Templários

Almoço de Reis 2018

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Realizou-se em Sintra o Almoço de Reis do Priorado de Portugal da OSMTHU, evento que abriu as actividades da Ordem para o ano de 2018.

O almoço foi presidido por Luis de Matos, Prior Geral coadjuvado pelos Comendadores de Sintra, Fr+ Paulo Valente KCTJ, Comendador de Lisboa – Colina das Chagas, Fr+ Luis Fonseca KCTJ, in Ecclesia Mons. Tau Christoforus de Lusignan e Comendador do Condado de Arraiolos, Fr+ Rui Herdadinha KCTJ, estando presentes ainda vários irmãos, irmãs, família e convidados.

Como é habitual, além do convívio, da conversa fraterna, da brincadeira costumeira em encontros como o nosso, o Almoço teve um tema sobre o qual se pôde reflectir e fazer alguma instrução de Cavalaria. Sendo dia de Reis, falou-se dos Reis Magos. Contudo, de todas as figuras tradicionais no Presépio, o foco foi colocado o Jumento. De facto, o mais esquecidos dos animais da Natividade tem muito que ensinar. Juntamente com o Bovino (que sublinha a letra B e a força criadora seminal), o Jumento (que sublinha a letra J e a força dócil e suave) expressa a dualidade que venera o Menino na manjedoura. O Jumento não apenas foi fundamental na fuga para o Egipto, como teve ainda um papel central no reconhecimento de Jesus como o Messias (e por isso o Ungido, ou Crestos). De facto, embora a tradição coloque Jesus num cavalo a caminho da Cidade Santa, ao chegar à porta da cidade desmontou e mandou que se buscasse um jumento para que nele montasse antes de entrar na cidade. Era esse o sinal designado por Isaías, que selava a profecia e dava a conhecer o Esperado.

A montada do guerreiro é o cavalo, que nos aparece como sendo branco em muitas histórias. Mas o Sábio apresenta-se num burrico. A dicotomia Cavalo/Jumento é a do Guerreiro/Monge. O clássico de Cervantes “D. Quixote de La Mancha” mostra-nos bem como o idealismo por vezes alucinado de Quixote do alto do seu cavalo Roncinante é equilibrado pela ligação à realidade imediata de Sancho Pança, que, fiel companheiro, como um eco da consciência interior, o segue no seu burrico sem nome.

A discussão e o convívio prolongou-se por muitas horas, com muitas contribuições para a reflexão de muitos dos presentes, sempre inquietos quando estes temas se discutem.

Foi sem surpresa que o nosso grupo foi o último a deixar o Restaurante, já muito próximo das 5:00 da tarde. Um grande obrigado a todos os presentes, pela alegria e boa disposição que trouxeram, e muito particularmente à Irmã Susana Ferreira DTJ que organizou o dia com todo o cuidado e detalhe.

A todos um excelente ano de 2018.


Short English Summary:

The Priory of Portugal celebrated Good Kings Day in a Lunch and debate event in Sintra last Saturday, January 6th 2018. Attending were Fr+ Luis de Matos, Grand Prior General and Chancellor and Interim Master of the OSMTHU, Fr+ Paulo Valente, Commander of Sintra, Fr+ Luis Fonseca, Commander of Lisbon – Chagas Hill and Fr+ Rui Herdadinha, Commander of Arraiolos, as well as numerous brothers and sisters, family and invited guests. The theme of the day was the symbolism o the Donkey in the Nativity scene, the less prominent of all the animals connected with Our Lord, but one of the most interesting in its meaning. With a starting point on the Donkey’s role on the biblical episode of the escape to Egypt and later in the recognition of Jesus as the Messiah when He entered Jerusalem riding a Donkey (as the prophecy had it), the group explored the deep and meaningful role of this animal in the life of Christ. A fulfilling day of joy and fraternal conviviality was closed long after everyone else had left the Restaurant and the group (as always) was the very last to part ways, so interesting and compelling was the discussion. From us all, a wish for a happy and peaceful year of 2018.

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CEREMONIA MISTICA EN CONMEMORACION DE LOS 710 AÑOS DEL ARRESTO DE LOS HERMANOS DEL TEMPLE

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El Priorato General de la Republica de Colombia, en Capitulo Cerrado conmemora el 13 de Octubre los 710 años del arresto de los hermanos Templarios en Francia. Hechos sucedidos un viernes que trasciende en la historia como un suceso catastrófico generado por una corona que se deteriora con el transcurrir de los tiempos bajo circunstancias misteriosas. Hoy día esta fecha es sinónimo de mala suerte para muchos supersticiosos que quizás nunca han conocido la real historia de los acontecimientos.

Hoy 13 de octubre de 2017, para nosotros los templarios, es una fecha trascendental que al transcurrir 710 años traemos a la memoria el principio del fin de la Orden en toda Francia con el arresto de nuestros Hermanos, a causa de la orden de un rey pretencioso, ambicioso y sin escrúpulos, acompañado de un Papa sometido, cobarde y de bajo talante cristiano. Con los atropellos propios de una tiranía.

Con este arresto de los hermanos del Temple, sometidos a toda clase de calumnias, vejámenes, torturas e inmolados en hogueras, bajo el imperio de los tribunales de la inquisición, siempre mantuvieron con fortaleza, su cabeza en alto, jamás las torturas ni el fuego de las hogueras lograron conseguir destruir al Temple y mucho menos al corazón de un Templario.

Años más tarde en el año 1312 Clemente V, en el Concilio de Vienne, dictó la Bula VOX IN EXCELSO, entre sus apartes importantes estaba la orden de la desaparición de la Orden y la excomunión de todos sus miembros que la integraban. No obstante hoy día ya es de público conocimiento que la Orden fu suspendida por una Bula que nunca vio la luz hasta nuestras generaciones recientes…

El Priorato General de la Republica de Colombia, con un nuevo aire de generación de vida y prolongación del legado de la Orden, celebra de igual manera en esta fecha especial, el nacimiento de nuestra Encomienda José María Emirto de Lima y Sintiago, la cual fue constituida un 13 de octubre de 2007 A.S., en el Valle Barranquilla, en donde celebramos una década de trabajos constantes atendiendo en ceremonia mística realizada bajo los rigores de la tradición Caballeresca la conmemoración del arresto de nuestros hermanos mártires.

En desarrollo del Capítulo Cerrado en las instalaciones de nuestra Encomienda, en el valle de Barranquilla, oficiada por nuestro Prior General para la Republica de Colombia Fr.+ Francesco Bruno Cavalli Papa CGCT de la OSMTHU y asistido por el Senescal Fr.+ Ricardo Sandoval Barros CGOT, el Canciller Fr.+ Manuel Antonio Ricaurte Flórez CGOT, los Caballeros Oficiales Templarios Fr.+ Jorge Arturo Escobar Lafuente y Fr.+ Juan Carlos Galvis Herrera, el Sargento Mayor Templario Giuliano Cavalli Gaitán y el Sargento Templario S.+ Jaime Gómez Rueda.

Se unen a la cadena mística por la conmemoración de los 710 años del arresto en un viernes 13 de octubre todas las encomiendas y bailías del Priorato de Colombia en cadena de unión con todos los Prioratos en Hermandad de la OSMTHU.

 

Por:

Fr.+ Francesco Cavalli, Prior General.                               Fr.+ Manuel Ricaurte, Canciller.

Confraria do Bodo

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pombal

Pombal, topónimo que deu o título a um estadista tão admirado como contestado, Sebastião José de Carvalho e Mello, é terra de história grande ligada aos templários e à fixação de fronteiras na reconquista cristã pelos cavaleiros do Templo. Terá sido o Mestre Templário Gualdim Pais, recém-chegado do Oriente, que numa das primeiras iniciativas da sua acção mandou erigir o castelo de Pombal com o intuito de dar continuidade a uma linha de castelos que defendesse o território conquistado aos mouros. Com 900 anos de história, o Castelo de Pombal conta, por isso, um pouco da história nacional e absorve o cariz do Mestre Gualdim Pais que neste edifício aplicou o vanguardismo da arquitectura militar da época.

Num concelho rico em paisagem e em história, surge como força aglutinadora a festa do Bodo, assumida como elemento central na identidade dos pombalenses. Esta festa de tão importante que é foi o motivo que levou à constituição da Confraria do Bodo. Por ser tempo e espaço de encontro entre os naturais de Pombal, mas também subsidiária da tradição antiga, esta confraria quis assim associar-se à  história e à cultura de uma festa que se faz de vontades individuais e colectivas e da sua relação com o divino. Por isso, é preciso, primeiro, explicar devidamente a origem das Festas do Bodo.

Sendo esta uma história bonita onde a dádiva, sempre a dádiva, é a forma de retribuir a graça da divindade é também o resultado do entrecruzar da história, de protagonistas que deram um pouco de si à localidade e transformaram a sua paisagem cultural. Amplamente ligado à devoção e à crença na divindade, a Festa do Bodo de Pombal traduz na sua essência a vontade do povo em agradecer o feito divino dividindo, repartindo, partilhando o bolo, pão de trigo com farinha não levedada.

Conta-se que, em certo ano, uma praga de gafanhotos e lagartas invadiu as searas e os campos, as casas e os quintais e até os vasos utilizados pelas mulheres para transportar a água obrigando a que a água fosse coada antes de utilizada. Logo o povo decidiu realizar uma procissão da Igreja de São Pedro até à Capela de Nossa Senhora de Jerusalém invocando protecção. Após missa e promessa de grande festa caso a calamidade passasse, desapareceram os bichos infestantes e o povo deu graças pelo milagre. No ano seguinte, uma senhora de nome Maria Fogaça chamou a si a organização das festas prometidas e com todo o aparato realizou festas de acordo com a graça recebida no ano anterior. É, então, que se dá novo milagre. Por forma a agradecer a benesse divina, são feitos dois enormes bolos cujo destino é a partilha pelo povo. No entanto, quando estes estão prestes a ser colocados no forno um deles cai torto e é num ímpeto de coragem e devoção que um dos presentes, invocando Nossa Senhora de Jerusalém, entra dentro do forno endireita o bolo e sai ileso. De novo, o povo reclama milagre e vê no bolo o símbolo da divindade que quer dar graças a quem nele confia. Nascem, assim, as festas do Bodo, do pão doce que se partilha em sinal da graça divina.

Numa festa que vai além da lenda encontram-se relações com práticas das festividades do Espírito Santo. De facto, de acordo com a obra Arte de Furtar, atribuída a Padre António Vieira, «Na vila de Pombal, perto de Leiria, há um forno em que todos os anos se cose uma grande fogaça para a festa do Espírito Santo; e entra um homem nele, quando mais quente para acomodar a fogaça e se detém dentro quanto tempo é necessário, sem padecer lesão alguma do fogo que, cosendo o pão, não cose o homem». Esta festa é, por isso, o resultado da vontade de muitos protagonistas, do contributo que cada um deles deu a um acontecimento que respira as vicissitudes culturais, as mentalidades e a idiossincrasia que atravessaram aquele lugar.

Herdeira deste passado onde a lenda se cruza com a história num território onde a diversidade é o denominador comum, Pombal vê surgir a Confraria do Bodo como reconhecimento da importância destas festas na unidade do concelho. Constituída, em 2005, por pombalenses que se encontravam por ocasião das Festas do Bodo, esta Confraria encontrou a sua vocação, quer na importância das festas enquanto momento de reunião e de partilha à mesa, quer na importância do património natural, edificado e cultural de um concelho que se espraia do maciço calcário da Serra de Sicó até ao encontro com o Atlântico, na Praia do Osso da Baleia.

Num território geograficamente tão diverso, também a gastronomia é diversa e abrange produtos como o Queijo do Rabaçal, o azeite, o mel, o cabrito, a morcela de arroz, o arroz na versão malandrinho que a espécie carolino permite, os doces conventuais do Convento do Louriçal, as cavacas e os beijinhos de Pombal, enfim, tudo o que um concelho que vai da serra até ao mar pode oferecer. É, sobretudo, a diversidade à mesa de um concelho que não se esgota numa só realidade.

Trajados de azul, estes confrades defendem o património cultural das Festas do Bodo. No entanto, fazem-no no entendimento de que, quase sempre, a gastronomia é acompanhada de um rico património cultural imaterial que faz com que o acto de se alimentar não seja apenas uma satisfação de uma necessidade física, mas seja, igualmente, um acto cultural. Tal é verdade com toda a pujança por terras de Pombal onde a presença de tantas e importantes personalidades, que definiram o que hoje é Portugal, deram também o seu contributo para a súmula de tradições que caracterizam as Festas do Bodo. Uma festa que é uma linha de continuidade no tempo que vai juntando quem por ali nasceu ou passou. Uma festa que junta os confrades e os faz exaltar a partilha do bodo na convicção de que na dádiva se agradece o alimento que é de todos e para todos.

in sol.pt por Olga Cavaleiro

Igreja fundada pelos Templários reabre em Santarém

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santarem

Após dois anos de obras, Igreja de Santa Maria da Alcáçova abre as portas para mostrar as suas três naves, capela-mor profunda e um órgão com 640 tubos, datado do início do século XIX.

Fundada em 1154 por iniciativa de um mestre templário, a Igreja de Santa Maria da Alcáçova, capela do primeiro Paço Real de Santarém, vai reabrir no sábado depois de décadas de abandono e graças a recentes obras de restauro.

O templo não apresenta qualquer vestígio da sua traça original, uma circunstância já sublinhada em meados do século XIX por Almeida Garrett, no livro “Viagens na Minha Terra”.

O restauro da igreja, cuja estrutura actual resulta da campanha realizada entre 1715 e 1724 por iniciativa do Conde de Unhão, deixou a descoberto detalhes das intervenções realizadas nos séculos XVI (como o arco do altar) e XIX (o cadeiral da Capela-Mor, a decoração e o órgão), mas também um capitel romano existente numa das colunas que separam as naves.

Eva Raquel Neves, da Comissão Diocesana para os Bens Culturais da Igreja, disse à agência Lusa que durante muitos anos a igreja serviu de arrecadação, sendo a informação relativa ao último cónego-mor datada de Outubro de 1904, altura em que a diocese pediu a extinção definitiva da Real Colegiada de Santa Maria da Alcáçova (criada em finais do século XII), dada a existência de um único cónego já octogenário.

Composta por três naves e capela-mor profunda, em abóbada de berço com caixotões de cantaria, o interior da igreja é revestido a pintura decorativa de tons vermelhos e amarelos, com relevos de grinaldas (que remete para uma decoração mais civil do que religiosa), tendo na base azulejos dos finais do século XVIII com temática alusiva às litanias (oração em ladainha) de Nossa Senhora.

O órgão que se encontra no coro-alto da igreja (o sétimo a ser restaurado no centro histórico de Santarém), com 640 tubos, está datado entre 1820 e 1822, tendo sido construído por António Joaquim Peres Fontanes, um trabalho português coincidente com a prática musical da época e que será tocado no sábado pelo organista Rui Paiva, durante a inauguração presidida pelo secretário de Estado da Cultura.

A obra de requalificação, iniciada em 2013 e agora concluída, resultou de uma parceria entre a Diocese de Santarém e a Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo (que deu lugar à Direcção-Geral do Património Cultural) e da candidatura a fundos comunitários, que financiou metade do custo global da intervenção (da ordem dos 210 mil euros).

De fora da intervenção ficou a sacristia, cujo tecto, datado de 1637 e exibindo as armas do Conde de Unhão, a Diocese quer ainda tentar recuperar, disse Eva Neves.

A tela existente na capela-mor (de Cyrillo Machado, século XIX) mostra D. Afonso Henriques a entregar o Eclesiástico de Santarém ao procurador dos Templários (um “prémio” pela participação da Ordem na conquista de Santarém, em 1147, que veio a ser contestado pelo bispo de Lisboa, obrigando o rei a anular a doação em 1159).

A igreja, que acolheu uma das Colegiadas mais importantes do país, com cerca de 20 cónegos, terá sido fundada em 1154 pelo mestre templário Hugo Martins e tido por construtor o frade Pedro Arnaldo, segundo a inscrição colocada sobre a porta principal.

Classificada em 1984 como imóvel de interesse público, foi ainda alvo de uma campanha nos anos 90 do século XX, que deu origem a alguns trabalhos arqueológicos.

A igreja situa-se junto ao actual Jardim da Porta do Sol, que preserva parte das muralhas de Santarém, e paredes meias com a Casa-Museu Passos Canavarro, que foi a residência de Passos Manuel, onde pernoitou Almeida Garrett na visita que lhe fez no verão de 1843 e que deu origem às “Viagens na Minha Terra”, onde deixou uma descrição demolidora do que encontrou naquela que fora “a quase catedral da primeira vila do reino”.

in rr.sapo.pt

Priorato de Colombia – Celebracion de Juan Bautista

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La Celebración del Nacimiento de Juan el Bautista a Capítulo Cerrado de la Encomienda Emirto De Lima & Sintiago con sede en el Valle de Barranquilla es precedida por el Gran Prior General de la República de Colombia Francesco Cavalli durante el Solsticio de Verano bajo los Augustos Misterios en la dualidad del Jano: el Joven y  el Viejo, el uno Lampiño y el otro Barbado, el que mira al futuro y el otro al pasado; Jano – Janvier, da inicio al año tras el renacimiento del Sol en el Solsticio de Invierno; Joan, atraviesa los tiempos y los mitos de orígenes diversos de la dualidad de los dos Caballeros Templarios sobre el mismo corcel; Jano bifronte, como dos veces Juan, el Bautista y el Evangelista, el Solsticio de Verano y el Solsticio de Invierno, Santos casi gemelos; Jano del Pasado y Jano del Porvenir; Juan el Precursor y Juan el que debe regresar con la venida del Cristo.

El simbolismo de la muerte del Cristo en el Gólgota – Monte de la Caravela de Adam. “El cráneo evoca en las tradiciones iniciáticas la caverna que ilumina el ojo del mundo. El túmulo yermo, el Calvario, el Gólgota es ‘Cráneo’ y llevará la señal de la redención”

Juan el Bautista, el precursor y anunciador del Cristo, simbolizado de alguna manera en el Abraxas – Secretum Templi, sello usado por la Orden; Referenciado en la simbología Crística como el Cordero – Agnus Dei, manifestándose explícitamente como “Yo soy el garante del Cordero” e integrándose fundamentalmente a la vieja tradición del Culto de las Cabezas Cortadas, Juan y Jesús – el Cristo – símiles en el Tiempo – “Yo soy aquel que es igual que yo” – Solsticio del Agua y del Fuego.

Jano o Juan el Bautista en el plano Simbólico, son de relevante consideración para el Inner Temple que como en Ilo tempore en la Noche de los Tiempos hasta nuestros días se mantiene representado…

 

Fr.+++

Manuel Ricaurte F.

Canciller

PGRC – OSMTHU

Aula Livre – Quinta da Regaleira

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regaleira2015

A Quinta da Regaleira e os seus Jardins Iniciáticos e Palácio, está situada na encosta da Serra de Sintra e a escassa distância do Centro Histórico. O seu construtor, Carvalho Monteiro, pelo traço do arquitecto italiano Luigi Manini, deu à quinta de 4 hectares, o palácio, rodeado de luxuriantes jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, lugares estes que ocultam significados alquímicos, como os evocados pela Maçonaria, Templários e Rosa-cruz. Modelou o espaço em traçados mistos, que evocam a arquitectura românica, gótica, renascentista e manuelina.

Homem de grande cultura clássica, Carvalho Monteiro era dono de uma excepcional colecção camoniana. A mitologia greco-romana, as visões infernais de Dante e os ecos de um passado distante de misticismo e deslumbre acompanham o visitante que queira decifrar os mistérios de jardins e cavernas, num viagem ao interior da alma.

A visita terá lugar no dia 31 de Maio, iniciando-se pelas 14h30 e terminando 19.00h, sendo guiada por Luis de Matos e Luis Fonseca* (ver: universatil.wordpress.com).

As inscrições são limitadas e devem estar concluídas até dois dias antes da visita por imposições logísticas da própria Quinta.

A visita tem um custo de 10€ por pessoa + entrada no monumento** (ver preços de admissão ao monumento em: regaleira.pt)

Inscrições prévias: ihshi@mail.com

* Luis de Matos é autor, entre outros de “A Maçonaria Desvendada – Reconquitar a Tradição”, “Quero Saber – Alquimia” e “Breve Memória sobre a Ordem do Templo e Portugal”; Luis Fonseca é autor de, entre outros, de “Perit ut Vivat” e “A Doutrina Cristã Esotérica”.

** para alunos do Curso Livre Templários e Templarismo da Universidade Lusófona, bem como membros da OSMTHU a visita é gratuita e apenas devem pagar a entrada no monumento, contudo DEVEM INSCREVER-SE de modo a garantir a participação.

Aula Livre – Visita ao Palácio da Pena em Sintra

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pena2015 O Palácio da Pena ergue-se sobre uma rocha escarpada, que é o segundo ponto mais alto da Serra de Sintra. Localiza-se na zona oriental do Parque da Pena, que é necessário percorrer para se chegar à íngreme rampa que o Barão de Eschwege construiu para se aceder à edificação acastelada. O Palácio propriamente dito é constituído por duas alas: o antigo convento manuelino da Ordem de São Jerónimo e a ala edificada no século XIX por D. Fernando II. Estas alas estão rodeadas por uma terceira estrutura arquitetónica, em que se fantasia um imaginário castelo de caminhos de ronda com merlões e ameias, torres de vigia, um túnel de acesso e até uma ponte levadiça.

Em 1838 o rei D. Fernando II adquiriu o antigo convento de monges Jerónimos de Nossa Senhora da Pena, que tinha sido erguido no topo da Serra de Sintra em 1511 pelo rei D. Manuel I e se encontrava devoluto desde 1834 com a extinção das ordens religiosas. O convento compunha-se do claustro e dependências, da capela, sacristia e torre sineira, que constituem hoje o núcleo norte do Palácio da Pena, ou Palácio Velho.

É um dos mais importantes legados do Portugal simbólico. A propósito do antigo Mosteiro da Pena, do Rei Artista D. Fernando II e da recriação arquitectónica e paisagística da mítica Ilha Secreta dos heróis e da Floresta que cerca o Castelo Inacessível do Santo Graal, iremos conhecer melhor mitos e lendas que enquadram o programa simbólico e o lançam, com força e vigor, em direcção ao futuro. Ao Portugal que falta cumprir, nas palavras de Fernando Pessoa.

A visita terá lugar no dia 24 de Maio, iniciando-se pelas 14h30 e terminando 19.00h, sendo guiada por Luis de Matos (ver: universatil.wordpress.com).

As inscrições são limitadas e devem estar concluídas até dois dias antes da visita por imposições logísticas do próprio Palácio.

A visita tem um custo de 10€ por pessoa + entrada no monumento* (ver preços de admissão ao monumento em: parquesdesintra.pt)

Inscrições prévias: ihshi@mail.com

* para alunos do Curso Livre Templários e Templarismo da Universidade Lusófona, bem como membros da OSMTHU a visita é gratuita e apenas devem pagar a entrada no monumento, contudo DEVEM INSCREVER-SE de modo a garantir a participação.