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We few, we happy few, we band of brothers

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The Grand Priory of Portugal of the OSMTHU met in Arraiolos at the Vespers of Saint James of 2022. The Order was enlarged in quantity and quality. Please welcome Brothers António Q., KTJ; Frederico Galvão, KTJ; Ricardo Salgado, KTJ; Agostinho Seixas; KTJ; Jeff Perry, KTJ and Sisters Anabela Santos, DTJ; Carla Faria DTJ.

O Grão Priorado de Portugal da OSMTHU reuniu-se em Arraiolos nas Vésperas de Santiago de 2022. A Ordem foi alargada em quantidade e qualidade. Pedimos a todos que dêem as boas-vindas aos Irmãos António Q., KTJ; Frederico Galvão, KTJ; Ricardo Salgado, KTJ; Agostinho Seixas; KTJ; Jeff Perry, KTJ e Irmãs Anabela Santos, DTJ; Carla Faria DTJ.

Templar heritage in Croatia presented during International Conference in Trakoscan Castle

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The first contemporary monograph dedicated to the Knights Templar in Croatia was solemnly presented at the Trakošćan Castle, entitled “Templar Heritage in Croatia”, a project carried out by the Croatian Knights Templar.

A number of Croatian scientists have been working on this issue for years. The Templars are one of the most important knightly orders that emerged in the Middle Ages. Breaking Mysticism and Taboos they represented a special form of religious community, embodying two ideals of medieval man – devotion to God in religious life and the virtues of chivalry. Their history has attracted the attention of both scientific circles and the general public from the Middle Ages to the present day. The way in which the order disappeared or was destroyed also played an important role, and this led to the emergence of various myths and stories related to the Templars.

That is why this book presents in a scientifically based way the development and history of this order, both in general and in the Hungarian-Croatian Kingdom, and its cultural and historical heritage in Croatian lands, discovered by archaeological research. In addition, it points to the importance of nurturing Templar traditions in modern society – said the book’s editor, Ph.D. Marija Karbić, scientific advisor at the Croatian Institute of History. The reviewer prof.dr.sc. spoke about the importance of this publishing venture. Ivan Jurković from the Faculty of Philosophy, Juraj Dobrila University in Pula, who emphasized the importance of scientific facts in breaking mysticism, taboos, but also fiction about this mysterious order.

Dr. sc. Juraj Belaj from the Institute of Archeology, who wrote a chapter dedicated to archaeological finds related to the Templar heritage, stressed that throughout Croatia there are remnants of the rich Templar heritage that has yet to be valued and revealed to the local and European public. Namely, Croatia has a centuries-old Templar tradition, which is quite unknown to the general public. That is why Dr. sc. Damir Karbić, director of the Department of Historical Sciences of the Croatian Academy of Sciences and Arts, warned of the importance of rare preserved sources related to the activities of the Templars in Croatia, emphasizing the HAZU archive. In addition to the collected material, original scientific works of leading Croatian historians and scientists dealing with this issue have been made, as well as new maps that “draw” Croatia on the Templar map of Europe.

The Knights Templar, their work and heritage are certainly one of the most intriguing topics of popular culture and arouse public interest. However, too little is known about how Croatia, thanks to its Templar heritage, secured an important place on the map of Europe in the Middle Ages.

Templar forts, churches and chapels sprang up all over the then Croatian lands…

On their way to the Holy Land, European Templars met and stayed in Croatia. And when they were banned in Europe under the pressure of French King Philip, thanks to the then Bishop of Zagreb, today’s Blessed Augustine Kazotic, Zagreb gave them refuge in what today is Nova Ves. Croatia became their last legal refuge after persecution in France – said university professor Bozo Skoko, who published a chapter on contemporary Templar heritage in Croatia and the world in a monograph with professor and communicologist Ivan Tanta. A memorial plaque at the beginning of the street, which was unveiled in 2019, testifies to Nova Ves as the last European legal refuge in Europe.

Croatia has a centuries-old Templar tradition, which is quite unknown to the general public. There are remnants of the rich Templar heritage throughout Croatia that has yet to be valued and revealed to the local and European public, in which interest in this mystical religious knightly order is constantly growing. That is why the Croatian Knights Templar, associations and fraternities, initiated the publication of the first modern monograph dealing with this topic.

The monograph was published with the support of the Adris Foundation and the support of the Templar Corps International.

Conference and Ceremony

On the following day the Grand Prior of Croatia, Fr+ Lovro Tomašinec was installed in Office by the representatives of the Magisterial Council of the OSMTHU in a ceremony that took place in the beautiful medieval Chapel.

Conferência em Caféde

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A Real Associação da Beira Interior, no dia 04 de Abril, organizou uma palestra com
apoio da União de Freguesias de Póvoa de Rio de Moinhos e Caféde, no edifício da
Junta de Freguesia de Caféde. O tema da palestra foi “A Ordem dos Templários –
Caféde Terra Templária”, os oradores convidados foram o professor, historiador André
Gonçalves e o professor e historiador Hermínio Esteves.

Na Mesa estiveram os oradores, a Presidente da União de Freguesias de Póvoa
de Rio de Moinhos e Caféde – Ana Sofia Ramos Pereira, e o Grande Secretário da Real
Associação da Bieira Interior – Rui Mateus.

Nos lugares de destaque esteve o Grão – Prior de Portugal da OSMTH – Paris –
Francisco Moção Leão, o Grão – Prior Ibérico da OSMTHU – Luís de Matos, o Grão –
Prior de Espanha da OSMTH – Magnus Magisterium – Francisco de Miguel Fernández
e o Grão – Prior de Portugal da OSMTH – Magnus Magisterium – João Magro.
Também estiveram presentes o Vice-Presidente / Secretário da União de
Freguesias de Póvoa de Rio de Moinhos e Caféde – Sérgio Silva e a Tesoureira da Unão
de Freguesias de Póvoa de Rio de Moinhos e Caféde – Paula Esteves Dias.

ANDRÉ GONÇALVES:
Iniciou a palestra referindo marcos importantes da história da Ordem do Templo.
Durante os séculos XI e XII, salientou 1095 com o apelo do papa Urbano II para a
reconquista de Jerusalém e 1096/109, período da concretização da 1ª cruzada. Foi na
sequência desta que em 1118 foi fundada, por 9 Cavaleiros, a Ordem dos Templários,
sendo o primeiro Grão – Mestre – Hugo de Payens -, a qual foi reconhecida pela Santa
Sé e o Papa Honório II, em 1128, no Concílio de Troyes. Neste mesmo ano já se regista
a sua presença no Condado Portucalense.

Conforme é citado por Manuel da Silva Castelo Branco, os Templários no século
XIII deram um grande contributo para o povoamento de Caféde e no néculo XVI, por
decisão do Rei Dom Manuel I, Caféde passa a fazer parte da Comenda dos Escalos de
Cima, sempre sob influência templária.

André Gonçalves, destacou outras grandes datas dos séculos XII e XIII a
respeito da Ordem dos Templários, nomeadamente 1139 (obediência exclusiva ao
Papa), 1146 (adopção da capa branca com a cruz vermelha), 1252 (ameaça por parte do
Rei Henrique III de Inglaterra de confiscar terras à Ordem dos Templários) e 1291
(queda de Jerusalém e o início do declínio dos Templários).

Em 1305, a eleição do Papa Clemente V e o “Cativeiro de Avinhão”, abriram
caminho ao processo contra os Templários, tendo o último Grão – Mestre dos
Templários – Jaques de Molay – sido queimado na fogueira em 1314.
Na sequência da extinção da Ordem dos Templários o Rei Dom Dinis I pediu ao
Papa a continuidade da Ordem em Portugal.

Desse pedido resultou um processo concluído em 1319 com a instituição da
Ordem de Cristo, a qual teve grande influência e importância em Portugal, patentes na
presença da sua cruz em vários monumentos e nas bandeiras dos navios que
protagonizaram a grande epopeia dos descobrimentos.

Entre os símbolos Templários/Ordem de Cristo salientam-se a bandeira, o selo e
o equipamento militar e os seus vestígios estão presentes no castelo de Tomar, no
Convento de Cristo, no Castelo de Castelo Branco e a sua cruz encontra-se em diversos
edifícios, nomeadamente, na zona de Castelo Branco.

HERMÍNIO ESTEVES
O Condado Portucale fundado por Vimara Peres em 868. O Condado Portucalense
oferecido ao Conde Dom Henrique de Borgonha em 1095.

Os Templários chegam a Portugal com Dona Teresa de Leão em 1125, 3 antes
da sua oficialização pela Santa Sé e o Papa Honório II. Em 1126 Dona Teresa doou aos
Templários a Vila da Ponte da Arcada além de outras 17 doações. Em 14-IV-1128 Dona
Teresa dou-a aos Templários o Castelo de Soure, local da sede dos Templários em
Portugal até 1147.

Em 1129 Dom Afonso Henriques aparece como Irmão da Ordem dos
Templários. Em 1139 0 Papa Inocêncio II, concede grandes privilégios à Ordem dos
Templários com a Bula Omne datum Optimus. 1147 com ajuda da Ordem dos
Templários e parcialmente com ajuda da Ordem de Cister Dom Afonso Henriques
conquista Santarém, nesse ano a Sede passa de Soure para Santarém.
Os Templários eram notáveis monges / guerreiros que nunca se rendiam.
Em 1209, Fernando Sanches dou aos Templários a Vila Franca da Cardosa, em
1214 o Rei Dom Afonso II dou-a aos Templários a Herdade da Cardosa.
Em 1199 doação aos Templários da Açafa.

Em meados do Século XIV, possuíam um vasto território com as terras de
Idanha à Gardunha, o planalto de Castelo Branco até ao Tejo, Cova da Beira, terras de
Ródão e Vila de Rei.

A Comenda de Castelo Branco: Mercóles, Belgaio, Palvarinho, Caféde, Escalos
de Cima, Mata, Alcains, Escalos de Fundo integrados na Granja da Tolosa.
A presença Templária em terras do actual Distrito de Castelo Branco.

HERMÍNIO ESTEVES
Começou por referir a fundação do Condado de Portucale de Vimara Peres e
núcleo original em Guimarães (868), para depois salientar a chegada de Henrique de
Borgonha que, ao casar com D. Teresa, filha bastarda de Afonso VI de Leão e Castela,
recebeu o governo do Condado Portucalense em 1095.

Os Templários chegam a Portugal com Dona Teresa de Leão, viúva do conde D.
Henrique, em 1125, três anos antes da sua oficialização pela Santa Sé e o Papa Honório
II. Em 1126 Dona Teresa doou aos Templários a Vila da Ponte da Arcada além de
outras 17 doações. Em 14-IV-1128, três meses depois do Concílio de Troyes, Dona
Teresa doou aos Templários o Castelo de Soure, que foi sede dos Templários em
Portugal até 1147, ano da conquista de Santarém, na qual os Templários participaram e
para onde passou a sede da Ordem. Os Templários participaram ainda nas batalhas de
Santarém, Lisboa, Sintra, Almada, Palmela, Alcácer do Sal, Évora e Beja. Em 1129
Dom Afonso Henriques aparece já como Irmão da Ordem dos Templários.
Destacou a importância de S. Bernardo de Claraval na organização da Ordem e
na definição dos princípios básicos que deviam nortear a sua actividade. Foi a S.
bernardo que D. Afonso Henriques solicitou a instalação em Portugal da Ordem de
Cister, cujo primeiro núcleo monástico se estabeleceu em Alcobaça.

Em 1139 o Papa Inocêncio II, concede grandes privilégios à Ordem dos
Templários com a Bula Omne datum Optimus.
Os Templários eram notáveis monges / guerreiros que nunca se rendiam. uma força
militar única, já que um templário nunca se rendia, aceitava a morte como um prémio,
lutava antes pelos bens sobrenaturais do que pelos bens terrenos, como também uma
força moral inigualável. (…) Rodeando o rei os seus mestres e freires-cavaleiros de
elite, instauravam um padrão ético e cavalheiresco incitante e fascinante, na
subordinação dos valores materiais aos espirituais”. (António Quadros, Portugal, Razão
e Mistério, vol. 1, Lisboa, 1999, p. 175).

No início do séc. XIII, no ano de 1209, Fernando Sanches faz «doação aos
Templários de uma herdade que ele chama Villa Franca da Cardosa». Fernando Sanches
seria filho de D. Garcia Mendes, sobrinho de D. Gonçalo Mendes e de D. Rodrigo
Mendes, vultos da nossa nobreza dos primeiros tempos da nacionalidade, descendentes
por bastardia do Conde D. Henrique.

Os Templários foram a primeira Ordem Militar a estabelecer-se e a receber terras na
região (1165). Durante os séculos seguintes, e especialmente durante o séc. XIII, graças
à Reconquista, em que tiveram papel preponderante, foram aumentando as suas terras e
as suas rendas.

Além de várias vilas e aldeias, possuíam diversas propriedades – casais, herdades,
vinhas e chãos – destacando-se as herdades de Vide, Aldeia Nova, Silvares, Cabeço da
Atalaia, Castelo Branco; um chão na vila da Covilhã, onde a Ordem em 1230 possuía já
uma Comenda, um casal em Alcongosta, e duas vinhas, uma em Castelo Novo e outra
em Monsanto.

Em meados do Século XIV, os domínios da Ordem na região englobavam um
vasto território que incluía as terras de Idanha à Gardunha, o planalto de Castelo Branco
até ao Tejo, Cova da Beira, terras de Ródão e Vila de Rei.

Com a extinção da Ordem dos Templários, foi instituída a Ordem de Cristo pelo
Rei D. Dinis em 1318 e confirmada pela Bula Ad ea ex quibus dada pelo Papa João
XXII em Avinhão, em Março de 1319. A Bula foi emitida a pedido do Rei D. Dinis
para que a Ordem sucedesse à Ordem do Templo, extinta em 1311 pelo Papa Clemente
V.

A Comenda de Castelo Branco: Mercóles, Belgaio, Palvarinho, Caféde, Escalos
de Cima, Mata, Alcains, Escalos de Fundo integrados na Granja da Tolosa.
A presença Templária em terras do actual Distrito de Castelo Branco ficou
representada nos seus castelos, que se destacam os de Castelo Branco, Castelo Novo,
Idanha-a-Velha, Idanha-a-Nova, Penamacor, Proença-a-Velha e Ródão.

Elections announced for the OSMTJ

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A procedure of elections was announced for the OSMTJ, that will take place this month of April. Since the procedure comes as a consequence of an illegitimate attempt made in 2020, if you wish to understand the details and how normalcy is restored, please do read the ANNOUNCEMENT made by the Independent Auditor that was invited to oversee the Election.

Templar Corps in Prime Minister Audience

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During his official March 2022 visit to Lisbon, Portugal, His Excellency Jorge Bom Jesus, Prime Minister of São Tomé e Príncipe, met in audience with Frei Fernando Ventura (Franciscan Capuchin friar) and a delegation of the Templar Corps International with TCI lawyer Marcelo Katter and TCI CEO Luis de Matos.

São Tomé e Príncipe is is an island country in the Gulf of Guinea, off the western equatorial coast of Central Africa. It consists of two archipelagos around the two main islands of São Tomé and Príncipe. In the past few years, the economy of São Tomé and Príncipe has grown, driven by agriculture, tourism and foreign investments. São Tomé and Príncipe outperforms the sub-Saharan Africa average on the Human Development Index and has made great progress on most social indicators. All children in São Tomé and Príncipe are enrolled in the education system, life expectancy has increased to 70 years, the infant mortality rate has decreased dramatically and the vast majority of the population already has access to piped water and access to electricity. The Island of Príncipe is part of the UNESCO World Network of Biosphere Reserve since 2012, a prime eco-tourism destination.

Frei Ventura has spearheaded a few Humanitarian Projects in São Tomé e Príncipe in the last decade, with a significant impact on the local community. The Templar Corps International has been advocating for these projects, listing them as a priority and helping to gather resources and volunteers. The Banco de Leite (Milk Bank) has been helping young mothers who have difficulties to feed their young children in the earliest and important months of their lives. Casa Betânia [link in Portuguese], a home for the elderly, is another important project that is in the final stages of raising funds. Other projects are in early stages of development.

During the meeting the Prime Minister was informed about each of the ongoing projects and plans for 2022. These include areas such as heath care and fire prevention, with the donation of fully equipped medical vehicles, medicines, training and certification to be provided by the Templar Corps International unit of the Algarve, Portugal.

Frei Fernando Ventura was the Invited Speaker of the Global Forum of the Templar Corps titled “Poverty in Africa – The numbers, the action”.

El Papa y la última cruzada en la Orden de Malta

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El Vaticano busca reforzar la identidad de la congregación como orden religiosa laica de la Iglesia frente a la resistencia de un sector de esta institución casi milenaria que interpreta los cambios como una amenaza a su soberanía.

Desde hace cinco años, se libra una cruzada en torno a la Orden de Malta en la que el Papa Francisco no se mantiene al margen. Primero forzó la renuncia del inglés Matthew Festing como Gran Maestre, la suprema autoridad. A finales de 2020 encomendó al cardenal Silvano María Tomasi la misión de impulsar la renovación espiritual de esta institución casi milenaria y reformar su Carta Constitucional y el Código. Salvo contratiempos, el sumo pontífice anunciará en las próximas semanas el futuro de la congregación con los cambios propuestos por el purpurado.

Será el desenlace al pulso que un sector influyente de los caballeros de Malta ha tratado de echar al Vaticano con la intención de mantener el statu quo actual frente al deseo del Papa de reforzar la identidad de la congregación como orden religiosa laica de la Iglesia católica. Fundada por fray Gerardo Tum para dar asistencia a los peregrinos en Jerusalén en el siglo XI (en la época de las cruzadas), a lo que se añadió posteriormente la actividad militar para la defensa de Tierra Santa, está presente hoy en 120 países y sigue desarrollando una labor asistencial y humanitaria nueve siglos después. Tiene su sede en Roma desde 1798, tras conquistar Napoleón Bonaparte la isla de Malta.

El trasfondo de esta rebelión es el deseo de esa corriente por quedar al margen de la Iglesia, invocando la controvertida sentencia que el Tribunal Supremo de la Signatura Apostólica de la Santa Sede dictó el 5 de febrero de 2o11, dos años antes de que Jorge Bergoglio fuera elegido Papa en sustitución de Benedicto XVI. Ese fallo venía a reconocer que la orden no estaba sujeta al control de la Iglesia por su condición de soberana, lo que rompía una dependencia canónica que se mantenía desde que el Papa Pascual II concedió la bula en el año 1113.

Ese pronunciamiento chocaba con la sentencia en la que el Tribunal Cardenalicio -el 24 de enero de 1953, durante el papado de Pío XII- había establecido la naturaleza de la Soberana Orden de Malta, su relación con la Santa Sede y la dependencia que sus integrantes tenían de la Iglesia sin distinción de clases ni de categorías. Se trazaba así el marco con la intención de reforzar la espiritualidad de la congregación, una de las más antiguas instituciones de la civilización occidental y cristiana: en 2048 cumplirá mil años.

En la práctica, el pronunciamiento del Tribunal Supremo de la Signatura Apostólica de la Santa de 2011 no ha tenido ningún efecto jurídico. Prueba de ello son los plenos poderes que el Papa ha concedido al cardenal Tomasi para que pudiera culminar sin obstáculos el encargo que le hizo cuando el 1 de noviembre de 2020 lo nombró delegado especial ante la Soberana Orden Militar Hospitalaria de Jerusalén, de Rodas y de Malta. Esas atribuciones incluían la posibilidad de arrogarse «aspectos del gobierno ordinario» de la congregación y la facultad incluso de derogar la Carta Constitucional y el actual Código Melitense, según detalla la carta que el máximo representante de la Iglesia le envió el pasado 25 de octubre.

La crisis que el Vaticano pretende cerrar ahora tiene su origen en diciembre de 2016, cuando se obligó a dimitir al alemán Albrecht Freiherr von Boeselager como Gran Canciller de la Orden de Malta. El Gran Maestre Matthew Festing lo acusaba de no haber impedido la distribución de preservativos en países del mundo donde la congregación desarrolla proyectos sanitarios a través de voluntarios, según informó el diario romano Il Messaggero.

En enero de 2017, el Papa Francisco forzó la renuncia de Festing, después de que la orden hubiera impedido una inspección de la comisión que había nombrado el Vaticano para esclarecer el cese de Von Boeselager. El gran maestre presentó su dimisión el 24 de enero y, al día siguiente, el sumo pontífice la aceptó. Roma intervenía de facto la orden y, a la espera del nombramiento de un delegado pontificio, resolvía que se encargara del gobierno de la congregación un lugarteniente interino.

Restitución del Gran Canciller

La persona elegida fue Ludwig Hoffmann von Rumerstein, que, en una de sus primeras decisiones, anuló los decretos de medidas disciplinarias adoptados contra Boeselager y acordó su restitución como Gran Canciller con carácter inmediato. «No existe base alguna que fundamente una acusación contra él, y quisiera felicitarle por haber insistido respetuosamente en una adecuada aplicación de nuestra Constitución y nuestro Código», escribió días después Von Rumerstein en una carta dirigida a los miembros de la Orden de Malta, voluntarios, empleados y colaboradores. Esa interinidad acabó el 2 de mayo de 2018 con la elección como Gran Maestre de Giacomo Dalla Torre del Tempio di Sanguinetto, fallecido en abril de 2020.

Es precisamente Von Boeselager quien años después encabeza la resistencia a los cambios que promueve el Vaticano junto a otras asociaciones nacionales de la orden, como la francesa, alemana, polaca y libanesa. Este sector entiende que la reforma constitucional que proyecta el cardenal Tomasi por encargo del Papa supone una seria amenaza para la soberanía de la congregación y su gobierno independiente. El nuevo régimen sustraería la capacidad de decisión y dirección a los actuales rectores.

La Santa Sede busca la renovación espiritual reforzando la identidad de la Orden de Malta como comunidad religiosa laica de la Iglesia católica, lo que conllevará una modificación de la vigente Carta Constitucional y el Código. Esta norma fue promulgada el 27 de junio de 1961 -en el ecuador del mandato de Juan XXIII- y revisada por el Capítulo General Extraordinario celebrado a finales de abril de 1997.

De los borradores que han trascendido y de lo que Tomasi ha venido avanzando en reuniones con miembros de la orden se deduce que el Vaticano pretende una observancia más estricta de los votos religiosos por parte de los profesos (miembros de la primera clase) para reforzar el compromiso con la labor que desarrolla la congregación. Ello conllevaría el ofrecimiento de practicar los tres votos (pobreza, obediencia y castidad) y la posibilidad de vivir en comunidad bajo el sostenimiento económico de la orden, lo que les permitiría dedicarse plenamente a la actividad asistencial sin necesidad de tener que ejercer otra profesión al margen.

Los cambios normativos afectarían también a los requisitos exigidos para poder ser profeso, los que pueden ocupar puestos de mando. De salir adelante la reforma de Tomasi, ya no sería necesario acreditar el cumplimiento de la prueba de nobleza como se exige ahora. Ello limita el número de candidatos para optar al cargo de Gran Maestre, hasta el punto de que en la actualidad sólo 11 de los 32 profesos cumplen tal condición. Y algunos superan ya los noventa años.

Tras la muerte de Giacomo Dalla Torre del Tempio di Sanguinetto, el portugués Gonçalo do Valle Peixoto de Villas-Boas asumió las funciones de lugarteniente interino hasta que el lombardo Marco Luzzago -pariente del Papa Pablo VI- fue designado lugarteniente interino del Gran Maestre el 8 de noviembre de 2020. Es la máxima autoridad de la orden en este momento.

La elección del Gran Maestre culminará el proceso emprendido por el Vaticano y se llevará a cabo una vez que se aprueba la Carta Constitucional con las nuevas disposiciones. El cardenal Tomasi tiene intención de convocar un capítulo general para discutir los borradores con los integrantes del grupo de trabajo que se ha constituido con miembros de la orden, encabezados por el presidente de la Asociación Libanesa: Marwan Sehnaoui.

«Es muy respetado por la Santa Sede y es apto para llevar el proceso a una conclusión que conduzca a la renovación espiritual y la reforma de la Primera Clase, como lo pidió el Santo Padre, manteniendo la soberanía de la Orden, su gobierno independiente, su servicio ininterrumpido a los enfermos y pobres, sus relaciones cordiales dentro de la Santa Sede y su fidelidad inquebrantable a la Iglesia y al Santo Padre», justifica el Gran Canciller Boeselager en una carta enviada el pasado 19 de enero a los miembros del Consejo Soberano y del Consejo de Gobierno, los procuradores de los grandes prioratos, los regentes de los subprioratos, los presidentes de las asociaciones nacionales y los jefes de las misiones diplomáticas de la orden.

Tras reunirse a finales de enero en audiencia privada con el Papa, Tomasi ha informado de que aquél quiere reunirse con algunos miembros que representan a los profesos, el gobierno de la orden, procuradores de los prioratos y presidentes de las asociaciones para presentarles los puntos clave de la reforma, por lo que se ha suspendido la reunión del grupo de trabajo mixto que se había fijado para los próximos 22 y 23 de febrero. «Cualquier otra actividad [antes del encuentro con el Papa] será considerada un acto de desobediencia al santo padre», ha advertido el cardenal.

A la espera de que se celebre ese cónclave, se da por seguro que el Papa Francisco decidirá en breve el futuro de la Orden de Malta bajo el planteamiento en el que se viene trabajando desde finales de 2020 y que ha despertado abiertos recelos en un sector de la congregación. Eso significaría que el italiano Tomasi termina imponiendo su criterio y ganándole el pulso al alemán Von Boeselager.

in elindependiente.com por ANTONIO SALVADOR

III International Conference “Order of the Temple – Spiritual Chivalry – Templarism”.

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The Templar Interpretation Center of Almourol (CITA) of Vila Nova da Barquinha promoted, on the weekend of November 13th and 14th, the III International Conference “Order of the Temple – Spiritual Chivalry – Templarism”.

The municipal auditorium hosted some of the best national and international experts on the subject, with speakers from countries such as Spain, the United States, Croatia and Portugal: Luis de Matos (Chancellor of OSMTHU), Carlos Trincão (Teacher and member of TREF), Álvaro Barbosa (Architect and former director of Convento de Cristo), Virgílio Alves (Philosopher and Senior Technician in Public Administration), João Pedro Silva (Researcher and member of OSMTHU), Ernesto Alves Jana (Historian and member of TREF), Jefferson Perry (former -military), José Miguel Navarro (OSMTHU’s Senescal expert in security systems), Lovro Tomasinec (Croatian Order of Knights Templar OSMTH) and Manuel J. Gandra (CITA Researcher and Curator).

The book “Almourol – 850th anniversary of its foundation, in the context of the Order of the Temple in Portugal”, was launched at the event.

Fernando Freire, Mayor of the City Council, and Paula Pontes, Councilor for the Department of Culture, were present at the conference. The initiative also featured the musical animation of Fernando Espanhol, in a medieval music moment.

The Almourol Templar Interpretation Center is the first of its kind in Portugal. It has a permanent exhibition room, a space for temporary exhibitions and a projection room for films on the theme of the Templars. The Library – Templar Archives is also located in the same building, which has a vast literary collection dedicated to this theme, the result of donations from Teresa Furtado and Manuel J. Gandra.

Centro de Interpretação Templário de Almourol; Largo 1.º Dezembro; 2260-403 Vila Nova da Barquinha Tel.: 249720358E-mail: cita@cm-vnbarquinha.pt

III Conferência Internacional “Ordem do Templo – Cavalaria Espiritual – Templarismo”

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O Centro de Interpretação Templário de Almourol (CITA) de Vila Nova da Barquinha promoveu, no fim de semana de 13 e 14 de novembro, a III Conferência Internacional “Ordem do Templo – Cavalaria Espiritual – Templarismo”.

O auditório municipal acolheu alguns dos maiores especialistas nacionais e internacionais na temática, com oradores oriundos de países como Espanha, Estados Unidos, Croácia e Portugal: Luis de Matos (Chanceler da OSMTHU), Carlos Trincão (Professor e membro do TREF), Álvaro Barbosa (Arquiteto e ex-diretor do Convento de Cristo), Virgílio Alves (Filósofo e Técnico Superior na Administração Pública), João Pedro Silva (Investigador e membro da OSMTHU), Ernesto Alves Jana (Historiador e membro do TREF), Jefferson Perry (ex-militar), José Miguel Navarro (Senescal da OSMTHU perito em sistemas de segurança), Lovro Tomasinec (Croatian Order of Knights Templar O.S.M.T.H.) e Manuel J. Gandra (Investigador e Curador do CITA).

O evento foi marcado pelo lançamento do livro “Almourol – 850.º aniversário da sua fundação, no contexto da Ordem do Templo em Portugal”, efeméride que se assinala este ano.

Marcaram presença na conferência Fernando Freire, Presidente da Câmara Municipal, e Paula Pontes, Vereadora do Pelouro da Cultura. A iniciativa contou ainda com a animação musical de Fernando Espanhol, num registo de música medieval.

O Centro de Interpretação Templário Almourol é o primeiro do género em Portugal. Dispõe de uma sala de exposição permanente, espaço de exposições temporárias e de uma sala de projeção de filmes sobre a temática dos templários. No mesmo edifício funciona também a Biblioteca – Arquivo Templário, que dispõe de um vasto acervo literário dedicado a este tema, fruto das doações de Teresa Furtado e de Manuel J. Gandra.

Centro de Interpretação Templário de Almourol Largo 1.º Dezembro2260-403 Vila Nova da Barquinha Tel.: 249720358E-mail: cita@cm-vnbarquinha.ptHorário:- Dias úteis: 9h00 às 12h30 / 14h00 às 17h30- Fins de semana/feriados: 10h00 às 13h00 / 15h00 às 18h00(encerra à 2.ª feira de 1 de outubro a 30 de abril).

ASTURIAS QUIERE RELANZAR EL «CAMINO DE LOS SANTUARIOS» EN SU «COVADONGA 2022»

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La Consejería Cultura del Principado de Asturias, con  la  Consejera de Cultura. Sra. Berta Piñán a la cabeza quiere aprovechar que se conmemoran los 1.300 años de la «Batalla de Covadonga,» dando un salto mortal  organizando diversas actividades  para el año que viene, el 2022, y entre las delicatessen para esa puesta en escena está  el abordar finalmente   el  llamado ‘Camino de los Santuarios, o sea  un recorrido que una San Salvador de Oviedo,  el Santuario de Covadonga y el Monasterio de Santo Toribio de Liébana, este último ubicado en Cantabria.

Lo cual tengo que indicar que ya hace tiempo se lanzó desde la Editorial Delallama, una publicación que se envió a la Sra. Berta Piñán, aunque no tuve el placer de recibir ni las gracias por dicho envío y en dicho libro se recogen varias rutas que desde la zona central de Asturias llegan al Monasterio de Santo Toribio de Liébana, y que a buen seguro dicha guía servirá para  al menos ampliar el horizonte de recorridos  y no quede tal proyecto circunscrito a  los GR 203 Ruta de la Reconquista y GR 105 Ruta de las Peregrinaciones, que es lo que me temo que al final se haga.

Aunque  la consejera  tiene un ambicioso  proyecto al respecto, como es rescatar los trazados y sus acondicionamiento y señalización, pero de esto se viene hablando desde hace tiempo, de un posible recorrido hacia Santo Toribio, pero no sé yo muy bien por donde se piensa meter ese recorrido, si es siguiendo las estelas de los GRs citados, o seguir la traza del  Camino de los Francos, que es más factible como trazado caminero., pues no creo que hacer la Ruta de la Reconquista , cruzando los Picos de Europa sea muy factible como camino peregrino.

En fín , la  tapa de la olla  de las esencias  polémicas queda destapada, pues me supongo que la conmemoración de un hecho militar, como la Batalla de Covadonga  que la consejera expone como  «de trascendencia histórica», tal vez enlazando así con el covadonguismo tan al uso entre  algunos asturianistas de pro, pues será todo un acontecimiento y sin dudarlo un instante  todo un debate en los medios  y más cuando de por medio se anuncia la celebración de  encuentros científicos, charlas, exposiciones y congresos, aspirando a que tales eventos  culturales, sean la estrella, esperemos que no fugaz del año 2022, y digo esto de la fugacidad por aquella otra celebración del Real Sitio de Covadonga, que fueron más fuegos artificiales que otra cosa.

Será bueno ver quien estará presente en todos esos eventos de corte intelectual e histórico, los cuales se atrevan a dilucidar sobre la Batalla de Covadonga y toda su carga mitológica.

Pero el  Principado de Asturias y su Consejera de Cultura, se quiere poner la montera picona  al bies  y ya anuncia toda una  programación mediante una suerte de campañas, de promoción turística  que contaría además , con una página web dedicada  a tales eventos.

Por Victor Guerra, in miscaminosacovadonga.es

Templar Grand Priory of Portugal Confers Knighthood, October 2021

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The Templar Grand Priory of Portugal (OSMTHU) has met in National Chapter to confer Knighthood. As the Grand Priory still performs the a very long and private ceremony, that follows traditional liturgy, including full vigil and final instruction, just a short glimpse is available in the form of a 1 minute clip. It is also a requirement of the Order that the names of those upon whom Knighthood was conferred should be named. We welcome to the Order Dame Maria de Lurdes Polainas, DTJ; Fr+ António Polainas, KTJ; Fr+ Fernando Miranda, KTJ; Fr+ Fernando Pereira, KTJ and Fr+ Luis Ferreira, KTJ. We wish to thank singer Helena Lourenço for lending a celestial dimension to an already unforgettable spiritual experience.

O Grão Priorado de Portugal da OSMTHU reuniu-se em Capítulo Nacional para conferir a Cavalaria. Uma vez que os Templários Portugueses ainda realizam a cerimónia seguindo a liturgia tradicional, muito longa, que inclui a vigília completa e instrução final, de carácter interior, apenas um breve vislumbre está disponível na forma de um clip de 1 minuto. É também um requisito da Ordem que os nomes daqueles a quem a Cavalaria for conferida sejam tornados públicos. Damos por isso as boas-vindas à Ordem aos novos Irmãos e Irmãs Dama Maria de Lurdes Polainas, DTJ; Fr + António Polainas, KTJ; Fr + Fernando Miranda, KTJ; Fr + Fernando Pereira, KTJ e Fr + Luis Ferreira, KTJ. Gostaríamos finalmente de agradecer à cantora Helena Lourenço por emprestar uma dimensão celestial a uma experiência espiritual já de si inesquecível.

The mysterious stained glass London telephone box that has puzzled historians for years

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The phone box can be found near Temple station next to the River Thames

The classic red phone box is a familiar sight for anyone walking the streets of London.

Along with the famous red London buses , the phone box is a recognisable nod to the city’s great history .

Tourists can often be seen posing for photographs outside these phone boxes to mark their trip to the capital.

However, there’s one phone box in the capital even more ornate and recognisable than all the rest.

Between Temple and Blackfriars Tube stations, on the bank of the River Thames , you will find London’s only stained glass phone box.

One side of the phone box has been embellished with colourful stained glass depicting a figure of a mysterious knight.

According to The Londonist , the phone box was first noticed in 2019, and has been catching the attention of passers-by ever since.

The most puzzling thing about this phone box is that no one knows who is responsible for installing the stained glass.

Historians have researched the phone box, such as David Hay from the Sainsbury Archives who investigated the installation and contacted a number of sources.

David was ultimately unable to find out where it came from.

David even contacted BT for comment, and they too have absolutely no idea where the knight came from or who put it there and said they did not give permission for the stained glass to be installed.

The knight could easily be a reference to the Templars, an ancient order of knights who used to reside in that area of London – with Temple Church just a stone’s throw away.

However, why the knight feels the need to watch over innocent people making a phone call is still unknown.

Although the stained glass phone box is certainly a source of mystery, it’s a talking point worth visiting and is guaranteed to put a smile on your face if you’re ever in the area.

in mylondon.news

Dover’s ancient Knights Templar Church ruins that aren’t all that they seem

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Lying next to a main road in Dover, a stone’s throw from a residential street, is an interesting set of medieval ruins.

Known as the Knights Templar Church – by English Heritage and Google and pretty much everyone – they comprise flint and mortar remains in the shape of a rectangular chancel around 10 metres long.

It is believed to date back to the 12th century. But it’s not quite as it seems.

Despite its popular name, most experts seem dubious about its specific Knights Templar origins.

English Heritage describes the links to the famous order as “tenuous”.

The Knights Templar were a military and religious group founded in the 12th century during the Crusades, to protect pilgrims travelling to the Holy Land and to defend the holy places there.

Dover then would be a good location to do it from.

They became rich and powerful but increasingly unpopular, and were eventually suppressed in 1312.

Apparently, the form of the Western Heights ruins mirrors that of the Church of the Holy Sepulchre in Jerusalem, accounting for the link with the Templars.

But as English Heritage experts point out: “The port of Dover, the chief departure point for pilgrimages to the Holy Land, was an obvious place for the Templars to have held property.

“But they are believed to have left the town before 1185 and their links to this particular site are tenuous.

“An alternative interpretation suggests that the building was a wayside shrine on the Dover to Folkestone road.”

Experts also point to the site not being listed as belonging to the Order in surviving records.

The Dover area does have other strong links to the Knights Templar however.

They are believed to have established a church at Temple Ewell in 1170.

While only below ground ruins remain from their Preceptory, they are said to have founded St Peter and St Paul Church that stills stands in the village today.

Apparently evidence of the original Norman work can be seen in the north doorway and the high narrow window in the north wall of the nave.

Some suggest the Knights Templar may have used the Western Heights building before moving to Temple Ewell, but again an expert says it’s “more likely to have been a simple road-side shrine”.

Others say the shape, a smaller scale form of both the Jersualem church and the New Temple Church in London, indicate it may have had links to the Order’s supporters, even if it wasn’t a part of their formal estate.

Either way, it’s an intriguing thing to look at in a prominent location in Dover.

And with the Western Heights fortifications and nature reserve trail nearby, there is plenty of history – not to mention spectacular views – to take in too.

in kentlive.news

Exultate justi in domino – New Armaments in Chivalry in the Good Land of Alentejo

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In preparation for the eve of Santiago and the commemoration of the Battle of Ourique, the OSMTHU’s Grand Priory of Portugal gathered in General Chapter in the good land of Alentejo, to welcome new brothers and sisters, receive the commitment of service from Squires and arm Knights who demand the Order.

Current Covid19 restrictions prevented many of those who wished to join the work from doing so. However there was a very significant number in attendance, ensuring two days of very fruitful work, in peace, serenity and harmony. Until the end of the year, un the hope for improvements in sanitary conditions, the Order will provide the opportunity for those who were forced not to attend, to resume their journey without delay. Their absence was felt.

As in previous years, we do not want to expose to the public ceremonies that are reserved and contain ritual procedures and moments of study and explanation rooted in the richest Tradition of Spiritual Chivalry, in many cases lost in the fog of collective memory and absent in the Templar inspired movements of the nowadays.

After a morning of remembrance of the precepts of Chivalry according to 13th century sources, in a study session led by the Preceptor of the Grand Priory, João Pedro Silva, KOTJ, there was a convivial lunch that allowed us to catch up on long-awaited conversations. since we had not met since the Ecumenical Journeys of Lagos in February 2020. Since then an intense work of online study has been developed in parallel with some initiatives already fixed in our annual Calendar, as was the case of the Conference on Templars and Templarism in October 2020 and the 2021 Ecumenical Journeys, both in a virtual environment.

The afternoon began with the ritual opening of the National Chapter, during which postulants in the degree of Novice were received and a large group of Novices who had already completed their degree passed to Escudeiro. Some of the Knights present contributed to consolidating the knowledge acquired, promoting the necessary reflection for progress in the understanding of Chivalry. A meditation on the Emmaus Way and its meaning was especially poignant, and the afternoon was completed with a reading of traditional texts, including an oral tradition tale of Chivalry fixated in text in the 12th century in Gascony in France, that always leaves a special mark, in the memory of the Squires.

The preparation work for the night vigil, essential for the armament ceremony, began at the end of Saturday afternoon, with the departure from the Convent in procession through the Alentejo countryside to a fountain where the traditional washings were carried out and the spirit was prepared for the long journey that was still ahead, as the ceremony takes place only on Sunday.

Rui Herdadinha, KCTJ, Commander of Arraiolos , was the kind host of a convivial snack that preceded the ascent to the Castle, a moment of interior silence that marks the end of the clear Alentejo day, with the disappearance of the sun, opening the night period during which, in the darkness and uncertainty of the black night, one proceeds to complete vigil, without abbreviation or subterfuge, in hope and anticipation of the desired dawn.

Little more can be added about what followed. The procession descended from the Castle to the Chapter, which resumed its work and proceeded to clarify many points about Chivalry and the Templars reserved only for the most diligent. In the morning, the armaments were carried out following the traditional Ritual, with the Order being enriched with 4 new Knights and 1 Dame. They are the Brothers Paulo Fernandes, KTJ; Virgílio Gomes, KTJ; Bruno Correia, KTJ; Miguel Pereira, KTJ; and Dame Joana Frade, DTJ. We congratulate them and wish that Chivalry, as a tree of firm trunk and roots, may become green again and bear fruit in them.

The 6th Commandery of the Grand Priory of Portugal was also created, the new Commandery of Lisbon – Sait Cathrin Hill, with Brother Commander João Pedro Silva, KCTJ being invested. Brother João took his oath in the traditional way and will begin work immediately.

Sunday’s work ended in a traditional way with the celebration of the Eucharist by the Grand Prior and Bishop Tau Flammula Veritatis.

The Grand Priory is deeply grateful to all the Brothers and Sisters who worked tirelessly to make the Chapter a success, within the strict health regulations in place at the moment in Portugal. Special mention should be made to Sister Susana Ferreira, DTJ; to Brother Fernando Silva, KTJ who irrepressibly performed the position of Master of Ceremonies; to Brother Filipe Simões, KTJ and to the Commanders Rui Herdadinha, KCTJ; Paulo Valente, KCTJ and Victor Varela Martins, KCTJ as well as all those who participated and contributed to another unforgettable chapter in the history of our Grand Priory. Thank you all.