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We few, we happy few, we band of brothers

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The Grand Priory of Portugal of the OSMTHU met in Arraiolos at the Vespers of Saint James of 2022. The Order was enlarged in quantity and quality. Please welcome Brothers António Q., KTJ; Frederico Galvão, KTJ; Ricardo Salgado, KTJ; Agostinho Seixas; KTJ; Jeff Perry, KTJ and Sisters Anabela Santos, DTJ; Carla Faria DTJ.

O Grão Priorado de Portugal da OSMTHU reuniu-se em Arraiolos nas Vésperas de Santiago de 2022. A Ordem foi alargada em quantidade e qualidade. Pedimos a todos que dêem as boas-vindas aos Irmãos António Q., KTJ; Frederico Galvão, KTJ; Ricardo Salgado, KTJ; Agostinho Seixas; KTJ; Jeff Perry, KTJ e Irmãs Anabela Santos, DTJ; Carla Faria DTJ.

Conferência em Caféde

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A Real Associação da Beira Interior, no dia 04 de Abril, organizou uma palestra com
apoio da União de Freguesias de Póvoa de Rio de Moinhos e Caféde, no edifício da
Junta de Freguesia de Caféde. O tema da palestra foi “A Ordem dos Templários –
Caféde Terra Templária”, os oradores convidados foram o professor, historiador André
Gonçalves e o professor e historiador Hermínio Esteves.

Na Mesa estiveram os oradores, a Presidente da União de Freguesias de Póvoa
de Rio de Moinhos e Caféde – Ana Sofia Ramos Pereira, e o Grande Secretário da Real
Associação da Bieira Interior – Rui Mateus.

Nos lugares de destaque esteve o Grão – Prior de Portugal da OSMTH – Paris –
Francisco Moção Leão, o Grão – Prior Ibérico da OSMTHU – Luís de Matos, o Grão –
Prior de Espanha da OSMTH – Magnus Magisterium – Francisco de Miguel Fernández
e o Grão – Prior de Portugal da OSMTH – Magnus Magisterium – João Magro.
Também estiveram presentes o Vice-Presidente / Secretário da União de
Freguesias de Póvoa de Rio de Moinhos e Caféde – Sérgio Silva e a Tesoureira da Unão
de Freguesias de Póvoa de Rio de Moinhos e Caféde – Paula Esteves Dias.

ANDRÉ GONÇALVES:
Iniciou a palestra referindo marcos importantes da história da Ordem do Templo.
Durante os séculos XI e XII, salientou 1095 com o apelo do papa Urbano II para a
reconquista de Jerusalém e 1096/109, período da concretização da 1ª cruzada. Foi na
sequência desta que em 1118 foi fundada, por 9 Cavaleiros, a Ordem dos Templários,
sendo o primeiro Grão – Mestre – Hugo de Payens -, a qual foi reconhecida pela Santa
Sé e o Papa Honório II, em 1128, no Concílio de Troyes. Neste mesmo ano já se regista
a sua presença no Condado Portucalense.

Conforme é citado por Manuel da Silva Castelo Branco, os Templários no século
XIII deram um grande contributo para o povoamento de Caféde e no néculo XVI, por
decisão do Rei Dom Manuel I, Caféde passa a fazer parte da Comenda dos Escalos de
Cima, sempre sob influência templária.

André Gonçalves, destacou outras grandes datas dos séculos XII e XIII a
respeito da Ordem dos Templários, nomeadamente 1139 (obediência exclusiva ao
Papa), 1146 (adopção da capa branca com a cruz vermelha), 1252 (ameaça por parte do
Rei Henrique III de Inglaterra de confiscar terras à Ordem dos Templários) e 1291
(queda de Jerusalém e o início do declínio dos Templários).

Em 1305, a eleição do Papa Clemente V e o “Cativeiro de Avinhão”, abriram
caminho ao processo contra os Templários, tendo o último Grão – Mestre dos
Templários – Jaques de Molay – sido queimado na fogueira em 1314.
Na sequência da extinção da Ordem dos Templários o Rei Dom Dinis I pediu ao
Papa a continuidade da Ordem em Portugal.

Desse pedido resultou um processo concluído em 1319 com a instituição da
Ordem de Cristo, a qual teve grande influência e importância em Portugal, patentes na
presença da sua cruz em vários monumentos e nas bandeiras dos navios que
protagonizaram a grande epopeia dos descobrimentos.

Entre os símbolos Templários/Ordem de Cristo salientam-se a bandeira, o selo e
o equipamento militar e os seus vestígios estão presentes no castelo de Tomar, no
Convento de Cristo, no Castelo de Castelo Branco e a sua cruz encontra-se em diversos
edifícios, nomeadamente, na zona de Castelo Branco.

HERMÍNIO ESTEVES
O Condado Portucale fundado por Vimara Peres em 868. O Condado Portucalense
oferecido ao Conde Dom Henrique de Borgonha em 1095.

Os Templários chegam a Portugal com Dona Teresa de Leão em 1125, 3 antes
da sua oficialização pela Santa Sé e o Papa Honório II. Em 1126 Dona Teresa doou aos
Templários a Vila da Ponte da Arcada além de outras 17 doações. Em 14-IV-1128 Dona
Teresa dou-a aos Templários o Castelo de Soure, local da sede dos Templários em
Portugal até 1147.

Em 1129 Dom Afonso Henriques aparece como Irmão da Ordem dos
Templários. Em 1139 0 Papa Inocêncio II, concede grandes privilégios à Ordem dos
Templários com a Bula Omne datum Optimus. 1147 com ajuda da Ordem dos
Templários e parcialmente com ajuda da Ordem de Cister Dom Afonso Henriques
conquista Santarém, nesse ano a Sede passa de Soure para Santarém.
Os Templários eram notáveis monges / guerreiros que nunca se rendiam.
Em 1209, Fernando Sanches dou aos Templários a Vila Franca da Cardosa, em
1214 o Rei Dom Afonso II dou-a aos Templários a Herdade da Cardosa.
Em 1199 doação aos Templários da Açafa.

Em meados do Século XIV, possuíam um vasto território com as terras de
Idanha à Gardunha, o planalto de Castelo Branco até ao Tejo, Cova da Beira, terras de
Ródão e Vila de Rei.

A Comenda de Castelo Branco: Mercóles, Belgaio, Palvarinho, Caféde, Escalos
de Cima, Mata, Alcains, Escalos de Fundo integrados na Granja da Tolosa.
A presença Templária em terras do actual Distrito de Castelo Branco.

HERMÍNIO ESTEVES
Começou por referir a fundação do Condado de Portucale de Vimara Peres e
núcleo original em Guimarães (868), para depois salientar a chegada de Henrique de
Borgonha que, ao casar com D. Teresa, filha bastarda de Afonso VI de Leão e Castela,
recebeu o governo do Condado Portucalense em 1095.

Os Templários chegam a Portugal com Dona Teresa de Leão, viúva do conde D.
Henrique, em 1125, três anos antes da sua oficialização pela Santa Sé e o Papa Honório
II. Em 1126 Dona Teresa doou aos Templários a Vila da Ponte da Arcada além de
outras 17 doações. Em 14-IV-1128, três meses depois do Concílio de Troyes, Dona
Teresa doou aos Templários o Castelo de Soure, que foi sede dos Templários em
Portugal até 1147, ano da conquista de Santarém, na qual os Templários participaram e
para onde passou a sede da Ordem. Os Templários participaram ainda nas batalhas de
Santarém, Lisboa, Sintra, Almada, Palmela, Alcácer do Sal, Évora e Beja. Em 1129
Dom Afonso Henriques aparece já como Irmão da Ordem dos Templários.
Destacou a importância de S. Bernardo de Claraval na organização da Ordem e
na definição dos princípios básicos que deviam nortear a sua actividade. Foi a S.
bernardo que D. Afonso Henriques solicitou a instalação em Portugal da Ordem de
Cister, cujo primeiro núcleo monástico se estabeleceu em Alcobaça.

Em 1139 o Papa Inocêncio II, concede grandes privilégios à Ordem dos
Templários com a Bula Omne datum Optimus.
Os Templários eram notáveis monges / guerreiros que nunca se rendiam. uma força
militar única, já que um templário nunca se rendia, aceitava a morte como um prémio,
lutava antes pelos bens sobrenaturais do que pelos bens terrenos, como também uma
força moral inigualável. (…) Rodeando o rei os seus mestres e freires-cavaleiros de
elite, instauravam um padrão ético e cavalheiresco incitante e fascinante, na
subordinação dos valores materiais aos espirituais”. (António Quadros, Portugal, Razão
e Mistério, vol. 1, Lisboa, 1999, p. 175).

No início do séc. XIII, no ano de 1209, Fernando Sanches faz «doação aos
Templários de uma herdade que ele chama Villa Franca da Cardosa». Fernando Sanches
seria filho de D. Garcia Mendes, sobrinho de D. Gonçalo Mendes e de D. Rodrigo
Mendes, vultos da nossa nobreza dos primeiros tempos da nacionalidade, descendentes
por bastardia do Conde D. Henrique.

Os Templários foram a primeira Ordem Militar a estabelecer-se e a receber terras na
região (1165). Durante os séculos seguintes, e especialmente durante o séc. XIII, graças
à Reconquista, em que tiveram papel preponderante, foram aumentando as suas terras e
as suas rendas.

Além de várias vilas e aldeias, possuíam diversas propriedades – casais, herdades,
vinhas e chãos – destacando-se as herdades de Vide, Aldeia Nova, Silvares, Cabeço da
Atalaia, Castelo Branco; um chão na vila da Covilhã, onde a Ordem em 1230 possuía já
uma Comenda, um casal em Alcongosta, e duas vinhas, uma em Castelo Novo e outra
em Monsanto.

Em meados do Século XIV, os domínios da Ordem na região englobavam um
vasto território que incluía as terras de Idanha à Gardunha, o planalto de Castelo Branco
até ao Tejo, Cova da Beira, terras de Ródão e Vila de Rei.

Com a extinção da Ordem dos Templários, foi instituída a Ordem de Cristo pelo
Rei D. Dinis em 1318 e confirmada pela Bula Ad ea ex quibus dada pelo Papa João
XXII em Avinhão, em Março de 1319. A Bula foi emitida a pedido do Rei D. Dinis
para que a Ordem sucedesse à Ordem do Templo, extinta em 1311 pelo Papa Clemente
V.

A Comenda de Castelo Branco: Mercóles, Belgaio, Palvarinho, Caféde, Escalos
de Cima, Mata, Alcains, Escalos de Fundo integrados na Granja da Tolosa.
A presença Templária em terras do actual Distrito de Castelo Branco ficou
representada nos seus castelos, que se destacam os de Castelo Branco, Castelo Novo,
Idanha-a-Velha, Idanha-a-Nova, Penamacor, Proença-a-Velha e Ródão.

III Conferência Internacional “Ordem do Templo – Cavalaria Espiritual – Templarismo”

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O Centro de Interpretação Templário de Almourol (CITA) de Vila Nova da Barquinha promoveu, no fim de semana de 13 e 14 de novembro, a III Conferência Internacional “Ordem do Templo – Cavalaria Espiritual – Templarismo”.

O auditório municipal acolheu alguns dos maiores especialistas nacionais e internacionais na temática, com oradores oriundos de países como Espanha, Estados Unidos, Croácia e Portugal: Luis de Matos (Chanceler da OSMTHU), Carlos Trincão (Professor e membro do TREF), Álvaro Barbosa (Arquiteto e ex-diretor do Convento de Cristo), Virgílio Alves (Filósofo e Técnico Superior na Administração Pública), João Pedro Silva (Investigador e membro da OSMTHU), Ernesto Alves Jana (Historiador e membro do TREF), Jefferson Perry (ex-militar), José Miguel Navarro (Senescal da OSMTHU perito em sistemas de segurança), Lovro Tomasinec (Croatian Order of Knights Templar O.S.M.T.H.) e Manuel J. Gandra (Investigador e Curador do CITA).

O evento foi marcado pelo lançamento do livro “Almourol – 850.º aniversário da sua fundação, no contexto da Ordem do Templo em Portugal”, efeméride que se assinala este ano.

Marcaram presença na conferência Fernando Freire, Presidente da Câmara Municipal, e Paula Pontes, Vereadora do Pelouro da Cultura. A iniciativa contou ainda com a animação musical de Fernando Espanhol, num registo de música medieval.

O Centro de Interpretação Templário Almourol é o primeiro do género em Portugal. Dispõe de uma sala de exposição permanente, espaço de exposições temporárias e de uma sala de projeção de filmes sobre a temática dos templários. No mesmo edifício funciona também a Biblioteca – Arquivo Templário, que dispõe de um vasto acervo literário dedicado a este tema, fruto das doações de Teresa Furtado e de Manuel J. Gandra.

Centro de Interpretação Templário de Almourol Largo 1.º Dezembro2260-403 Vila Nova da Barquinha Tel.: 249720358E-mail: cita@cm-vnbarquinha.ptHorário:- Dias úteis: 9h00 às 12h30 / 14h00 às 17h30- Fins de semana/feriados: 10h00 às 13h00 / 15h00 às 18h00(encerra à 2.ª feira de 1 de outubro a 30 de abril).

Templar Grand Priory of Portugal Confers Knighthood, October 2021

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The Templar Grand Priory of Portugal (OSMTHU) has met in National Chapter to confer Knighthood. As the Grand Priory still performs the a very long and private ceremony, that follows traditional liturgy, including full vigil and final instruction, just a short glimpse is available in the form of a 1 minute clip. It is also a requirement of the Order that the names of those upon whom Knighthood was conferred should be named. We welcome to the Order Dame Maria de Lurdes Polainas, DTJ; Fr+ António Polainas, KTJ; Fr+ Fernando Miranda, KTJ; Fr+ Fernando Pereira, KTJ and Fr+ Luis Ferreira, KTJ. We wish to thank singer Helena Lourenço for lending a celestial dimension to an already unforgettable spiritual experience.

O Grão Priorado de Portugal da OSMTHU reuniu-se em Capítulo Nacional para conferir a Cavalaria. Uma vez que os Templários Portugueses ainda realizam a cerimónia seguindo a liturgia tradicional, muito longa, que inclui a vigília completa e instrução final, de carácter interior, apenas um breve vislumbre está disponível na forma de um clip de 1 minuto. É também um requisito da Ordem que os nomes daqueles a quem a Cavalaria for conferida sejam tornados públicos. Damos por isso as boas-vindas à Ordem aos novos Irmãos e Irmãs Dama Maria de Lurdes Polainas, DTJ; Fr + António Polainas, KTJ; Fr + Fernando Miranda, KTJ; Fr + Fernando Pereira, KTJ e Fr + Luis Ferreira, KTJ. Gostaríamos finalmente de agradecer à cantora Helena Lourenço por emprestar uma dimensão celestial a uma experiência espiritual já de si inesquecível.

Exultate justi in domino – Armações na Boa Terra do Alentejo

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Em preparação para as vésperas de Santiago e a comemoração da Batalha de Ourique, o Grão Priorado de Portugal da OSMTHU reuniu em Capítulo Geral na boa terra do Alentejo, para receber novos irmão e irmãs, receber o compromisso de serviço de Escudeiros e armar Cavaleiros que demandam a Ordem.

As restrições em curso impediram muitos dos que desejavam juntar-se aos trabalhos de o fazer, contudo registou-se um número muito significativo de presenças, assegurando dois dias de trabalho muito proveitosos e plenamente preenchidos pela paz, a serenidade e a concórdia. Até ao final do ano, esperando melhoras nas condições sanitárias, a Ordem proporcionará a oportunidade de que os que se viram obrigados à ausência, possam retomar o seu caminho sem delongas. A sua ausência foi sentida.

Tal como em anos anteriores não queremos expor ao público cerimónias que são reservadas e contêm procedimentos rituais e momentos de estudo e exposição enraizados na mais rica Tradição de Cavalaria Espiritual, em muitos casos perdidas na neblina da memória colectiva e ausentes nos movimentos de inspiração templária dos dias de hoje.

Após uma manhã de recordação dos preceitos da Cavalaria segundo fontes do século 13, em sessão de estudo dirigida pelo Preceptor do Grão Priorado, João Pedro Silva, KOTJ, seguiu-se um almoço de convívio que permitiu colocar em dia conversas há muito esperadas, uma vez que não nos encontrávamos desde as Jornadas Ecuménicas de Lagos de Fevereiro 2020. Desde então um intenso trabalho de estudo online tem sido desenvolvido em paralelo com algumas iniciativas já fixas no nosso Calendário anual, como foi o caso da Conferência sobre Templários e Templarismo em Outubro de 2020 e das Jornadas Ecuménicas de 2021, ambas em ambiente virtual.

A tarde iniciou-se com a abertura ritual do Capítulo Nacional, durante o qual se receberam postulantes no grau de Noviço e se procedeu à passagem a Escudeiro de um grupo numeroso de Noviços que tinham já a sua instrução completa. Alguns dos Cavaleiros presentes contribuíram para consolidar os conhecimentos adquiridos, fomentando a reflexão necessária ao progresso no entendimento da Cavalaria. Uma meditação sobre o Caminho de Emaús e seu significado foi especialmente oportuna, tendo-se completado a tarde com a leitura de textos tradicionais, incluindo um conto de Cavalaria de tradição oral e fixado no século 12 na Gasconha, o qual deixa sempre uma marca especial na memória dos Escudeiros.

Os trabalhos de preparação da vigília nocturna, indispensável à armação, iniciaram-se ao final da tarde de Sábado, com a saída do Convento em cortejo pelos campos do Alentejo até uma fonte onde se fizeram as lavagens tradicionais e se preparou o espírito para a longa jornada que ainda estava pela frente antes da cerimónia a ter lugar apenas no Domingo.

O Comendador de Arraiolos, Rui Herdadinha, KCTJ, foi o amável anfitrião de um lanche de convívio que precedeu a subida ao Castelo, momento de recolha interior e silencio que marca o final do dia claro Alentejano, com o desaparecimento do sol, e abre o período nocturno em que, nas trevas e na incerteza da noite escura, se procede à vigília completa, sem abreviação ou subterfúgio, em esperança pela aurora que se deseja.

Pouco mais se pode acrescentar do que se seguiu. O cortejo desceu do Castelo ao Capítulo, que retomou os seus trabalhos e procedeu à aclaração de muitos pontos sobre a Cavalaria e os Templários reservados aos diligentes. Pela manhã prodecedeu-se às armações seguindo o Ritual tradicional, estando a Ordem mais rica com 4 novos Cavaleiros e 1 Dama. São os Irmãos Paulo Fernandes, KTJ; Virgílio Gomes, KTJ; Bruno Correia, KTJ; Miguel Pereira, KTJ; e a Dama Joana Frade, DTJ. A eles damos os parabéns e desejamos que a Cavalaria, como árvore de tronco firme, possa neles reverdecer e dar fruto.

Foi ainda criada a 6ª Comenda do Grão Priorado de Portugal, a nova Comenda de Lisboa – Santa Catarina, sendo investido o Irmão Comendador João Pedro Silva, KCTJ que prestou o seu juramento na forma tradicional e iniciará trabalhos de imediato.

Os trabalhos de Domingo encerraram de forma tradicional com a celebração da Eucaristia pelo Grão Prior e Bispo Tau Flammula Veritatis.

O Grão Priorado está profundamente agradecido a todos os Irmãos e Irmãs que trabalharam incansavelmente para que o Capítulo fosse um êxito e decorresse dentro das restritivas normas sanitárias em vigor. Especial menção deve ser feita à Irmã Susana Ferreira, DTJ; ao Irmão Fernando Silva, KTJ que desempenhou irrepreensivelmente o cargo de Mestre de Cerimónias; ao Irmão Filipe Simões, KTJ e aos Comendadores presentes Rui Herdadinha, KCTJ; Paulo Valente, KCTJ e Victor Varela Martins, KCTJ bem como a todos os que participaram e contribuíram para mais um capítulo inesquecível da história do nosso Grão Priorado. A todos obrigado.

Ciclo de Palestras – A Alma de Portugal

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No próximo dia 19 de Setembro de 2020 irá realizar-se a primeira de quatro palestras do Ciclo A Alma de Portugal, iniciativa da nossa Ordem em parceria com a Associação Saudade e apoio do Templar Corps. As palestras deste ciclo serão apresentadas por João Pedro Silva, KGOTJ e Preceptor Geral do Grão Priorado de Portugal da OSMTHU.

O ciclo pretende levar os participantes a uma viagem pela história providencial de Portugal, revistando os mitolusismos e mergulhando na sua Teleologia. Será, esperamos, uma excelente oportunidade de partilha e um estudo dos mitos que, escorrendo, fecundaram a nossa realidade, nas palavras de Pessoa. Uma viagem à nossa Patreosofia, conceito extraordinário que nos legou António Quadros.

No cumprimento da parceria firmada com a Associação Saudade, a receita deste evento reverte integralmente para o apoio ao Museu Hermético Português, pelo que a participação de cada um acaba também por ser uma excelente forma de apoiar esta causa.

Inscrição por email enviado para: info.arcana.templi@gmail.com

Ou através da Associação Saudade

Donativo: 15 EUR (por cada sessão) reverte a favor do Museu Hermético Português.

Apresentação em Pdf

 

Alandroal vai recuperar integralmente capela com mais de seiscentos anos

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O município de Alandroal anunciou hoje o estabelecimento de um protocolo de colaboração com a Direção Regional de Cultura do Alentejo (DRCAlentejo), a Paróquia de Terena, S. Pedro e a Confraria de Nossa Senhora da Boa Nova, entidades proprietária e zeladora da Capela da Boa Nova, do século XIV, que vai permitir a intervenção de conservação, restauro e reabilitação daquele património histórico em três fases sucessivas.

A primeira, com projeto técnico já desenvolvido pela DRCAlentejo e cedido ao município, incide sobre a cobertura e todo o exterior do imóvel. A segunda e terceira, com projetos técnicos a desenvolver pela autarquia, correspondem, respetivamente, ao restauro do interior da capela e aos arranjos exteriores ao monumento.

O protocolo agora assinado será enquadrador de uma candidatura a fundos do PO regional com o objetivo da recuperação integral deste relevante Monumento Nacional, mas o município vai avançar já para a concretização da primeira fase devido à urgência da intervenção, uma vez que já neste ano, realizou, em colaboração com a DRCAlentejo, arranjos de emergência na cobertura que se revelaram insuficientes face à dimensão do problema.

O imóvel, que por estas razões está incluído na Carta de Risco do Património Cultural, é um dos mais relevantes santuários marianos no Alentejo e “apesar das múltiplas dúvidas que se colocam a respeito da (sua) origem, construção e funcionalidade (…) está para além de qualquer dúvida o estatuto desta obra como uma das mais importantes de quantas se realizaram em Portugal durante o século XIV. Com o grande monumento de Flor da Rosa e, parcialmente, com a fase gótica da igreja de Vera Cruz de Marmelar, a Boa Nova integra a tipologia de “igrejas-fortalezas”, categoria histórico-artística que pretende diferenciar entre as construções religiosas fortificadas (como Leça do Balio) e as verdadeiras fortalezas, cuja planimetria, volumetria e espacialidade obedece, em tudo, a pressupostos.”

in tribunaalentejo.pt

III Jornadas Templárias para o Conhecimento Ecuménico em Lagos

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Decorreram em Lagos no dia 29 de Fevereiro as III Jornadas Templárias, que se vão já impondo como um momento alto no calendário de inciativas da OSMTHU em Portugal.

Organizadas pela Comenda de Laccobriga do Grão Priorado de Portugal, com o apoio da Câmara Municipal de Lagos e da Associação Grupo Coral da mesma cidade, as Jornadas visam ampliar o conhecimento e a cultura dos membros da Ordem e do público em geral, versando temas centrais à compreensão da Ordem do Templo, da Ordem de Cristo e da sua continuada relevância nos dias de hoje.

Desta feita, o desafio lançado aos oradores foi a reflexão sobre “Quinto Império… e a Saudade do Futuro”. Respondeu um conjunto de interessantes palestrantes, muitos já repetentes, recebidos por um número crescente de espectadores, sempre atentos e participativos.

O dia abriu com uma exposição de livros relativos ao tema, muitos da autoria de alguns dos oradores, o que proporcionou agradáveis momentos de diálogo entre autores e leitores, entre autógrafos e perguntas interessadas. De seguida o Grupo Coral de Lagos abrilhantou o evento com algumas peças de canto coral de uma encantadora beleza.

De seguida a Vereadora da Cultura da Câmara de Lagos, Drª Sara Coelho, procedeu à abertura das Jornadas com palavras que bem ilustram o apoio das entidades oficiais a todas as iniciativa culturais de relevo no Concelho, referindo o interesse do Município numa continuidade da já sólida colaboração com a Ordem.

O primeiro orador foi o Preceptor Geral do Grão Priorado de Portugal, responsável pelo programa de estudos e coordenação das acções de formação interna nos diversos graus. Tomando o tema de frente, fez uma recolha metódica das diversas fontes do mito do Quinto Império, desde as sucessões das Idades nos textos sagrados orientais, passando pelo Antigo Testamento, não esquecendo Joaquim de Fiora, Vieira, Pessoa e Agostinho da Silva. O seu texto pode ser consultado aqui.

Impossibilitado de estar presente, o empresário e antigo modelo Tó Romano, disponibilizou alguma literatura e um vídeo relativo ao seu projecto EVADREAM. Nascido em Lisboa e formado em Arquitectura em Belas Artes no início dos anos 80, Tó Romano ganhou reconhecimento pelo trajecto que fez na moda e que o levou a ser um dos primeiros modelos portugueses a trabalhar internacionalmente. Em 1989 fundou com a sua mulher Mi Romano a agência de modelos Central Models, que ainda hoje ambos dirigem e cujos modelos têm cada vez mais sucesso a nível mundial.

O vídeo, de 2015, mostra uma preocupação e uma ideia que antecipa esse Portugal do Quinto Império. Desde essa apresentação, o número de cidades que aderiram à proclamação “Vamos Florir Portugal” tem aumentado e é já um caso sério digno de case study.

Após um curto intervalo foi a vez da intervenção de Virgílio Alves, representante da recém-criada Associação Mar e Saudade, cujo trabalho notável se consubstancia, entre outras vertentes, no já inaugurado Museu Hermético Português, cito em terras de Almourol, em Vila Nova da Barquinha e único no seu género. Os propósitos da Mar e Saudade foram expostos e fez-se uma visita guiada pelo website, explorando-se alguns dos recursos já disponíveis. Na impossibilidade absoluta de estar presente, o seu fundador Manuel J. Gandra, que tem apoiado e participado nas Jornadas Templárias de Lagos desde a primeira edição, enviou o vídeo “Do Ser, do Estar e da Saudade”, que disponibilizamos de seguida.

A sessão da manhã encerrou com a intervenção do Prof. Fernando Casqueira que, na sua qualidade de Grande Preceptor da Grande Loja Soberana de Portugal, abordou, entre outros, o tema da perda do Império e da influência internacional como percursor da vertente de desencanto e desesperança da Saudade, traçando um périplo de uma rara erudição por todo o século XIX e XX, até desembocar na rememoração dos mitos por António Quadros, Dalila Pereira da Costa, Lima de Freitas e Agostinho da Silva. Terminou ainda abordando ao de leve os mitemas mais marcantes das questões ligadas ao Quinto Império, concordando com os oradores da manhã e antecipando uma tarde animada.

Após pausa para o almoço, a sessão da tarde foi aberta pelo conhecido autor e Professor Eduardo Amarante, fundador das Edições Apeiron, em cuja extensa obra a temática do Quinto Império e dos Templários tem tido lugar de destaque. Na sua comunicação discorreu acerca das origens da religião do Quinto Império, das dinastias de Borgonha e Avis e suas ligações, do Preste João bem como toda a problemática da Saudade. A sua comunicação pode ser lida aqui.

Seguiu-se a intervenção de Luis Natal Marques, Grande Conselheiro da Ordem Rosacruz AMORC em Portugal, que escolheu um tema pouco tratado, mas de grande interesse: “O Riso e as Religiões”. De facto, sendo uma das manifestações do Paráclito o brotar de uma incontrolável alegria, que se expande em riso e gozo, frequentemente designado por deleite, o papel do riso e da alegria é muitas vezes subalternizado nas religiões do Ocidente. Com muito humor e numa cativante apresentação, o orador soube prender o público e proporcionou a mais original e inesperada intervenção da tarde, que mereceu justos rasgados elogios pelos presentes.

Seguiu-se a apresentação do Rito Português por João Pestana Dias, Grão Mestre da Grande Loja Soberana de Portugal. Inserido no contexto do movimento da Nova Maçonaria Portuguesa assumido pela Soberana no último par de anos, o Rito Português teve a sua origem na Grande Loja Legal de Portugal/GLRP em 2015 tendo florescido desde então em outras Obediências, mantendo sempre a continuidade iniciática e proveniência maçónica, dando destaque à portugalidade e à exploração simbólica das fontes literárias e artísticas que se fundam no ideal do Quinto Império.

Explicando que o Rito Português é o Rito oficial da Grande Loja Soberana, João Pestana Dias foi expondo alguma da história e da especificidade litúrgica, desenvolvida tendo como matriz o Rito Escocês Antigo e Aceite. Foi de marcado interesse a memória descritiva dos símbolos adoptados (a cruz decorrente do estudo do quadrado e do octógono, com os seus cabos marítimos e inspiração nos traçados da Ordem de Cristo, os diversos paramentos de cada grau, os paramentos de Venerável Mestre e Grande Oficial, etc.).

Encerrou os trabalhos do dia Mons. Luis Fonseca, Tau Christophorus de Lusignan, Capelão do Conselho Magistral da OSMTHU e Bispo da Old Templar Church, que abordou o tema do “Quinto Império… e Saudade do Futuro” numa perspectiva muito directa e pedagógica, sempre com a preocupação de se fazer escutar como uma voz da Ordem e de falar em nome desta, devidamente credenciado para tal.

Por esse facto, evitou cuidadosamente discorrer sobre os assuntos abordados até esse ponto, procurando em alternativa entrar no mais profundo do tema pela intermédio da meditação activa e da contemplação. Assim, seleccionou algumas peças musicais que pudessem ilustrar por via dos sentidos o que as palavras não alcançam, elevando de forma palpável o entendimento da plateia, tocando uma corda especial no coração de todos. Segui-se quase uma hora de intervenções espontâneas dos presentes que, com muita elevação e gosto, prolongaram ainda mais a profunda impressão deixada pelo orador.

Apesar do memento ser irrepetível, deixamos aqui o texto de base que foi lido, o qual contém os links para os vídeos apresentados.

As III Jornadas deviam ser encerradas com uma apresentação pelo Grão Prior Geral do Grão Priorado de Portugal, Luis de Matos. Contudo, este, dirigindo-se à assembleia explicou que tinha ocorrido o mesmo que já se passara em outras ocasiões em relação ao Luis Fonseca. Sem se terem falado na preparação dos seus trabalhos, estes acabaram por ser tão irmãos nas referências e conteúdos que – disse o Grão Prior – na sua apresentação havia um vídeo com um fado cujo autor era o mesmo da apresentação de Luis Fonseca – o poeta e guitarra clássica Jorge Fernando – exactamente com o mesmo lineup musical: Filipe Larsen no baixo acústico e Custódio Castelo na Guitarra Portuguesa… A única diferença era a voz, em que despontava Jorge Fernando e numa outra peça, Mariza. Dada a coincidência inesperada e o efeito obtido pela apresentação de Luis Fonseca, o Grão Prior rematou dizendo: “Uso da minha prerrogativa de me remeter ao silêncio; convido-vos todos a regressar a casa também em silêncio e ainda com os ecos do que aqui ouviram no coração.”

Em resumo, está de parabéns a Comenda de Laccobriga do Grão Priorado de Portugal da OSMTHU bem com o seu Comendador Victor Varela Martins e todos os membros e família que o ajudaram a levar a cabo este duro trabalho, apreciado por todos. Torna-se já uma tradição nesta época do ano rumar a sul e desfrutar da amizade fraternal entre Cavaleiros e Damas, mas também entre um número cada vez maior de convidados, amigos e público. Mais uma vez se trabalhou de forma ecuménica, intergrupal, mostrando que a colaboração com outras Ordens, movimentos culturais e tradicionais, pesquisadores e autores, é possível e profundamente transformador.

Em 2021 as IV Jornadas serão uma realidade.

Atentos aos tempos.

I International Conference of the Temple, Spiritual Chivalry and Templarism in Almourol available in video (full lenght, all conferences and visits, 9h30m)

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The Municipality of Vila Nova da Barquinha just released the full 9h30m of video that documents the full I International Conference of the Temple, Spiritual Chivalry and Templarism that took place  in Almourol, Portugal in October, where the milestone Protocol of Almourol was signed.

The I Conference was the first International Event organized by the CITA (here and here), an Interpretation Center for the Order of the Temple and the Order of Christ that complements the world famous Templar Castle of Almourol.

During the Event the OSMTHU and the OSMTJ, represented respectively by Master Antonio Paris and Regent Nicholas Haimovici-Hastier,  signed a Protocol with the Municipality, declaring the CITA and Almourol as an International Place of Templar Cultural Interest. Both branches of the Order also committed to the development of the library and archive available at the CITA and the organization of three yearly Conferences where members of the Order, the academic community, researchers and the general public can come together and celebrate the Templar heritage (here).

Short clip of how the collaboration came to be:

PROGRAM OF THE I CONFERENCE

The released videos extensively document the Guided Tours and the Conferences that took place along three days in October 2019. A large part of the content is in English. The footage will be edited shortly in order to make the conferences more accessible and subtitle in English those that are only available in Portuguese.

The present uncut release is, however, very useful for all those who were not able to attend and want to have access to all the discussions and groundbreaking research presented. Reviewing the videos will also provide almple reason not to miss the II International Conference to be held in Almourol in October 2020. (more info: osmthu@mail.com)

THE VIDEOS (Parts 1, 2 and 3)

VN Barquinha celebra protocolo com ordens templárias que vai tornar CITA no “mais importante repositório mundial sobre a Ordem do Templo”

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O Município de Vila Nova da Barquinha celebrou um protocolo com duas ordens templárias – a Ordo Supremus Militaris Templi Hierosolimitani Universalis (OSMTHU) e a Ordre Sovereign et Militaiire du Temple de Jerusalem (OSMTJ) – a fim de declarar o município e o Centro de Interpretação Templário de Almourol (CITA) como Lugar Internacional de Interesse Cultural Templário.

A proposta de celebração de protocolo veio a reunião de Câmara no dia 9 de outubro e mereceu parecer positivo do executivo.

A vereadora Marina Honório explica que a iniciativa resulta da associação da OSMTHU e da OSMTJ e pretende também que Vila Nova da Barquinha seja sede de “um evento anual do tipo Congresso Internacional e recomendação de destino de acervos bibliográficos e objetos que possam enriquecer o CITA como referência internacional incontornável sobre a Ordem do Templo e suas influências culturais em todas as épocas”.

Como sinal de arranque desta colaboração, Fernando Freire explicou que ambos os ramos da Ordem aprovaram já diversas iniciativas que têm como objetivo encorajar colecionadores, arquivos e donos de bibliotecas a fazer doações e a tornar o CITA até 2021 no “mais importante, completo e extensivo repositório e acervo bibliográfico mundial sobre a Ordem do Templo”.

Da parte da OSMTHU, uma das iniciativas passa pela negociação da passagem do Arquivo do Templo, constituída por múltipla documentação original relativa à Chancelaria Internacional e ao Secretariado da Aliança Federativa Internacional desde 1988, bem como objetos e arquivo diverso, sob empréstimo à localidade de Sória, Espanha desde 2007, para o CITA em Vila Nova da Barquinha.

Outra das iniciativas a ser tomada pela OSMTHU é designar o CITA como a “instituição à guarda do qual será entregue a atualização do Arquivo da Ordem, composto pela documentação oficial produzida pela Chancelaria Internacional anualmente” bem como da “adição de peças documentais históricas, acervos bibliográficos e objetos de interesse arqueológico, académico ou museológicos que a esta possam ser doados”.

A OSMTHU vai também [convidar a Grão Priorado de Toledo da OSMTH a] oferecer uma réplica forjada, segundo as regras tradicionais, da espada do cruzado Godofredo Bulhões, símbolo do contexto histórico que proporcionou o surgimento da Ordem do Templo.

Já a OSMTJ contribuirá com o depósito de uma coleção bibliográfica temática de relevo bem como um extenso arquivo documental sobre a atividade da Ordem na última metade do século XX.

Para além das iniciativas em termos de Arquivo e Biblioteca, o protocolo prevê também trocas culturais, através do empréstimo e exposição de peças específicas.

Por fim, esta colaboração pretende também a realização de uma Conferência Internacional. Um “evento anual de âmbito internacional a decorrer em 2020, 2021 e 2022”, conforme explicou o presidente da Câmara de VN Barquinha, Fernando Freire.

O local escolhido para o evento anual será o CITA, cuja organização, programação e promoção será responsabilidade das duas ordens envolvidas no protocolo.

Recorde-se que o Centro de Interpretação Templário de Almourol foi aberto ao público em novembro de 2018 e é um centro pioneiro no que respeita à Ordem do Templo em Portugal, dotado de um conjunto relevante de recursos que incluem um espaço para exposições, auditório e biblioteca temática.

Por Ana Rita Cristóvão, antenalivre.pt

Especialistas mundiais em “Templarismo” em Vila Nova da Barquinha

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“Ordem do Templo – Cavalaria Espiritual – Templarismo” é o tema da iniciativa que irá reunir, entre 11 e 13 de outubro de 2019, no Centro de Interpretação Templário de Almourol, Vila Nova da Barquinha, os maiores especialistas mundiais nesta temática, com oradores oriundos de França, Itália, Estados Unidos e Portugal.

António Paris (Mestre da OSMTHU, Itália), Barbara Frale (Arquivo do Vaticano), Nicolas Haimovici (Regente da OSMTJ, França), John von Blauch (Estados Unidos), Luís de Matos, Manuel J. Gandra, Ernesto Jana e Nuno Villamariz Oliveira (Portugal) são alguns dos oradores já confirmados.

Durante o evento terá lugar a inauguração da nova exposição temporária do Centro de Interpretação Templário de Almourol – “Santoral e liturgia templárias à roda do ano” – assim como a apresentação do respetivo catálogo. O acontecimento ficará também marcado pela assinatura de Protocolos de Cooperação e Parceria com o CITA e receção da réplica da espada de Godofredo de Bouillon.

Do programa fazem parte visitas ao Castelo de Almourol (Vila Nova da Barquinha) e ao Convento de Cristo (Tomar), bem como momentos musicais.

As inscrições tem um custo de 15€ (com oferta de catálogo), são obrigatórias e limitadas. O contacto para obter mais informações e inscrições é o telefone +351 249720358.

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