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Remembering the Less Fortunate the 13 of October

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Photo: Gare do Oriente, the main transport hub of Lisbon, Portugal. Designed by Arch. Santiago Calatrava

This 13 of October, the OSMTHU in Portugal remembered the martyrdom of the Templars by helping the less fortunate.

In the last few weeks a spontaneous movement gained momentum: A Few Hours Dedicated to Your Fellow Man. With the help and involvement of members of the Order, a growing group of anonymous people and most recently local celebrities, started gathering every Monday night in Lisbon’s iconic Gare do Oriente, the well known railway station designed by renowned Architect Santiago Calatrava for the 1998 World Expo and now the main transportation hub of the capital city. The railway/bus/underground station is sought after by homeless people that choose the architectural marvel to spend their night with a roof over their heads. And they are dozens. And dozens. Of all ages and backgrounds. Since the worldwide crisis reached Portugal and the national government was forced to ask for help from the IMF, the European Bank and the European Union, unemployment has risen to unheard-of numbers and salaries plummeted to a level where some people, although they still work, can’t make their ends meet for them and their families. All sorts of welfare support and pensions were cut down, leaving the most fragile in Portugal in a situation close to the most abject poverty, stripped of their livelihood and dignity.

This last 13 of October, instead of a gala dinner event, a nice ceremony or a simple prayer, the Templars of Portugal decided to honor those fallen in France in 1307 by remembering those falling close to us who do not have the benefit to have access to a simple bed or the most basic food. This 13 of October we gave our time to help others.

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It was with a great sense of humility and compassion that the Portuguese Knights, Dames and Squires came to the Gare do Oriente, bringing food, first-need goods such as blankets, clothing, soap and hygiene products, and sat down with homeless men and women at a long table specially prepared in a local restaurant. They sat, they ate, they talked and heard firsthand the stories and misfortunes that seem to befall more and more people around them. Nobody dressed in regalia. There wasn’t even a Templar cross to be seen. Nobody tried to convert anyone else to a religion or way of thinking. They were all equals at the table and for a couple of hours the dream of a life without inequality was lived at that table.

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What better lesson could we teach our Squires that are ready to become more fully committed with the Order’s values and duties?

Well, if you want to know, join us in Lisbon next Monday. Every Monday.

Luis de Matos
Prior General, Portugal
OSMTHU

 

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Visita ao Convento dos Capuchos – Instrução de Escudeiros

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Realizou-se no dia 13 de Julho uma visita ao Convento dos Capuchos de Sintra, organizada pela Comendadoria de Sintra do Priorado Ibérico da Osmthu, com o intuito de proceder à Instrução de Escudeiros.

Esta segunda visita de Instrução versou o tema da via monástica, depois de se ter estudado o tema da via cavaleiresca através das lendas da Demanda do Santo Graal, há poucas semanas em visita ao Palácio da Pena e seus jardins. Completa-se assim a abordagem aos dois pilares fundamentais da Cavalaria Templária, ao mesmo tempo militar e monástica, numa contradição aparente apenas resolvida pela prática estrita da Regra.

O grupo, composto de Cavaleiros, Damas, Escudeiros e Escudeiras bem como de alguns familiares, foi convidado a explorar o Convento dos Capuchos de forma autónoma, sem mais explicações para além das fornecidas pelos elementos escritos dados a qualquer turista pelos Parques de Sintra ao adquirir uma entrada. Contudo foi-lhes dito que observassem com atenção cada detalhes e que questionassem tudo o que vissem, abrindo o coração às impressões intuitivas de modo a poder trazer dados relevantes quando todos se juntassem no pátio de entrada pouco depois.

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E assim partiu cada um por si, em demanda. A maioria não conhecia o Convento ou a sua história. O Convento dos Capuchos em Sintra fazia parte da Província da Arrábida dos Capuchinhos Franciscanos, mas era um lugar especialmente humilde e inóspito, mesmo para os padrões franciscanos. Estende-se ao longo de uma colina da Serra de Sintra, pejada de largos rochedos, que as construções contornam e assimilam como parte integrante do seu corpo. A penha imensa que constitui o tecto da capela, ao mesmo tempo que é o soalho de suporte das celas e parede do refeitório, antes de mergulhar misteriosamente no chão telúrico do lugar, impressiona e está de tal modo organicamente integrada na construção que, aos poucos, se vai tornando quase invisível ao olhar do visitante. A pobreza é absoluta e não existem decorações sumptuosas ou obras de arte de relevo. Mais depressa faz lembrar uma casa de aldeia antiga ou um mosteiro nos confins do Tibete do que uma casa de religiosos cristãos, não fosse pela altura insignificante das portas das celas, a exigir uma vénia para se transporem e pelo seu tamanho exíguo e impraticável como lugar de descanso.

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Cada um destes pormenores não deixou de chamar a atenção aos Escudeiros, que os reportaram, um após o outro quando se reuniram no átrio de novo, após a primeira volta de reconhecimento. Numa segunda volta foram então abordados vários aspectos relacionados com a via monástica e conventual, procurando sempre entender de que modo se enquadravam no caso particular dos Templários, na sua época. Mergulhando num meio somente conventual, pode o grupo perceber essa vertente sem mais distracções e, depois, recordando a experiência da instrução anterior, compreender como um Cavaleiro pode ser humilde, mesmo numa cela com varanda e vista sobre o mar e senhor numa cela exígua e humilde com a dos Capuchos, numa feliz expressão de um dos Escudeiros. A história do lugar foi  depois contada, sem esquecer as suas associações a várias figuras ilustres (e notáveis de todos os pontos de vista), que incluem D. João de Castro, Vice-rei da Índia e Cavaleiro da Ordem de Cristo; D. Sebastião e o Cardeal (depois Rei) D. Henrique, bem como o incontornável Frei Honório.

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O dia terminou com uma reflexão conjunta e um período de perguntas e respostas no claustro conventual. Tinham passado quatro horas desde a entrada, voando que nem uma ave. Não se deu pelo tempo passar. Foi então que um dos Escudeiros do Alentejo mostrou que se tinha preparado para a viagem, tão longe da sua terra, exibindo pão e um belo salpicão que fizeram as delícias de todos, numa improvisada refeição fraternal de encerramento, de regresso ao pátio dos Capuchos de Sintra.

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Fotos:

Com logo “Templar Globe”, por: Susana Ferreira

Outras: Internet e Parques de Sintra

Visita ao Convento dos Capuchos em Sintra – Instrução de Escudeiros 2014

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Terá lugar no próximo Domingo, 13 de Julho de 2014, a segunda Visita/Instrução deste ano para formação de Escudeiros, desta vez ao Convento dos Capuchos em Sintra. O tema a abordar será a Via Monástica e a Via Sacerdotal.

Será mais uma tarde de aprendizagem e agradável convívio fraternal, já que a visita é fechada apenas aos membros da Ordem, seus familiares e amigos. O Priorado Ibérico da Osmthu mais uma vez aproveita a vantagem excepcional de ter uma Comenda sobranceira à Vila de Sintra (Património da Humanidade), domínios de grande tradição histórica, artística e espiritual para marcar a forma única e diferenciada que tem de viver o espírito de Cavalaria nos tempos modernos. Com qualidade, com intensidade e com sensibilidade.

Assim Deus ajude.

Visit to the Parque da Pena – Instruction for Squires

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A visit to the Palace of Pena in Sintra and it’s Forest Park, took place June 22nd, organized by the Commandery of Sintra of the Iberian Priory Osmthu, in order to perform an Instruction of Novices.

The theme of the day was the Quest of the Holy Grail. The location could not have been more appropriate. In fact, upon seeing Pena Palace, Richard Strauss said: “Today is the happiest day of my life. I have been to Italy, Sicily, Greece and Egypt, but I’ve never seen anything like the Pena. It’s the most beautiful thing I have ever seen. This is the true Garden of Klingsor and up there is the Castle of the Holy Grail.”

The rain threatened to ruin the day, but the sun opened the cloudy sky just in time for the visit. For about two hours the large group recalled the legend of Parzival in Wolfram von Eschenbach’s version. The central symbolic elements of the Quest were highlighted, and, from the vantage point of the Palace, the Squires had no difficulty in identifying some of them in the surrounding forest park beneath, where King D. Ferdinand II, creator of the romantic fantasy that is the Pena Palace and its gardens, had them placed. The restoration works to which the building is being subjected, prevented some architectural elements to be analyzed, but the visit to the Chapel of Our Lady of Pena and particularly the study of its stained glass windows and altar had its rewards.

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After visiting the Palace inside and out, it was then time to start exploring the gardens. The group was led hiking to the highest point of the Sintra mountain, Cruz Alta, 529m in height, featuring a magnificent view of the Palace and the estuary of the Tagus river and the sea to the right, the Atlantic opening from where the Caravels of Vasco da Gama departed and later arrived after having reached India by sea, going around Africa, a historical event of transcendent importance for the Order of Christ.

Returning to the Forest, Knights, Dames, and Squires (and guests) gathered around the Round Table and recalled the legend which tells how Parsifal has himself become aware of chivalry and how he was amazed. Seeing shining armor, spears, swords and capes waving with the wind, he could only to ask the Knight he saw in the forest: “Are you God?” and when he said no, counter: “You are an angel, then”?

Visto o Palácio em si, por dentro e por fora, foi então ocasião de iniciar a exploração dos jardins. O grupo foi em caminhada conduzido ao ponto mais alto da Serra de Sintra, a Cruz Alta a 529m, de altura, com uma vista magnífica sobre o Palácio e sobre o estuário do rio Tejo e o mar à direita, abertura atlântica de onde partiram e onde chegaram as Caravelas de Vasco da Gama.

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The clock was moving ant the time becoming short for the many things that had to be taught. So the Squires were conducted on a mission to collect information to the Temple of Columns, nearby. Nothing was said about the place beforehand, except that they should undergo rigorous observation and take note of the elements that called their attention. The group gathered again around the Table later and it was revealed that their intuition was indeed alert. Several of them had brought their cameras, with which they gathered the testimony of their observation. In fact, more than two thirds of the key symbolic elements had been identified, and after considering their signifficance, the vast majority of Squires came up with very exceptional results in their explanations.

After leaving that magical place, the group went further into the forest, abandoning the easy paved road recommended for tourists. After passing by caves where ancient monks of St. Jerome (SJ) had the habit to use to meditate for long periods, found the remains of the tracks in the woods and very old staircases, through narrow ways, and then, between two high cliffs, were led to the contemplation of the Palace as seen from the Throne, a lithic cluster of central importance in the whole Pena forest park. The pilgrims rested. But for a short while only. Then they went back to the dark forest.

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In search of fresh water, springing from the Sierra, the group could see how the aquifers and streams were build up, how the mines and ornamental lakes match, catching the most subtle essence of life in the Sierra and its valleys, making everything bloom and fruit, as the water snakes around the cliffs, feeding freshness and light to the deep valleys long its way. In the background, the cry of the white swans evoked the Knights of the Round Table and the lakes where Amfortas, the Fisher King, used to bathe and heal his wounds.

The group withdrew from the Park well beyond the scheduled time (the gates were already closed and it was necessary to ask for security to come and open the door for the group to leave the park!). Tired but happy and thankful for the opportunity, with the mind racing with new questions and thoughs, the group returned home.

On behalf of all the Knights and Dames of the Order, we congratulate the Squires for the qualities shown along this day of pilgrimage. Good things are expected of them. The instructions will continue in July with a visit to the Capuchin Convent in Sintra, under the theme of the Monastic Way.

Em busca da fresca água da Serra o grupo pôde ver o modo intencional e muito sábio como as correntes aquíferas e o jogo entre minas e lagos decorativos, captavam a essência mais subtil da vida na Serra e como, pelos seus vales, tudo faziam florir e frutificar, serpenteando pelas fragas, alimentando de frescura e luz os vales profundos. Ao fundo, os cisnes brancos evocavam os Cavaleiros da Távola Redonda e os lagos onde Amfortas, o Rei Pescador, se banhava e onde curava as suas feridas.

O grupo retirou-se do Parque já muito para lá da hora prevista (os portões já estavam fechados e foi necessário pedir que a segurança viesse abrir as portas para sair do Parque!), cansado, mas feliz com a oportunidade e com a cabeça a colocar-se questões sobre a Cavalaria viva e actuante nos tempos modernos como possivelmente não se teria colocado antes.

Em nome de todos os Cavaleiros e Damas da Ordem, devemos enaltecer as qualidades demosntradas ao longo da peregrinação do dia pelos Escudeiros presentes. Boas coisas se esperam deles. As instruções irão prosseguir em Julho, com uma visita ao Convento dos Capuchos em Sintra, sob a temática da Via Monástica.

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Alguns links para conhecer a Pena:

Virtual Visit in Google

Views 360º

Blog with good photos

Official Page

 

Visita ao Parque da Pena – Instrução de Escudeiros

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Realizou-se no dia 22 de Junho uma visita ao Palácio e Parque Florestal da Pena em Sintra, organizada pela Comendadoria de Sintra do Priorado Ibérico da Osmthu, com o intuito de proceder à Instrução de Noviços.

O tema do dia foi a Demanda do Santo Graal. O local não podia ser o mais apropriado. De facto, sobre o Palácio da Pena disse Richard Strauss no dia em que o conheceu: “Hoje é o dia mais feliz da minha vida. Conheço a Itália, a Sicília, a Grécia e o Egipto, e nunca vi nada que valha a Pena. É a coisa mais bela que tenho visto. Este é o verdadeiro jardim de Klingsor e lá no alto, está o Castelo do Santo Graal”.

A chuva ameaçou o dia, mas o sol abriu as nuvens sobre a hora de início da visita. Durante cerca de duas horas o numeroso grupo recordou a lenda de Parzival na versão de Wolfran von Eschenbach. Foram destacados os elementos simbólicos centrais à Demanda e, de ponto de observação privilegiado, não houve nenhuma dificuldade para os Escudeiros identificarem na paisagem circundante os locais onde D. Fernando II, monarca criador da fantasia romântica que é a Pena e os seus jardins, colocou em destaque alguns deles. As obras de restauro a que o edifício está a ser sujeito impediram que alguns elementos arquitectónicos fossem analisados, mas a visita à Capela de Nossa Senhora da Pena e o estudo, particularmente, dos seus vitrais e altar, teve as suas recompensas.

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Visto o Palácio em si, por dentro e por fora, foi então ocasião de iniciar a exploração dos jardins. O grupo foi em caminhada conduzido ao ponto mais alto da Serra de Sintra, a Cruz Alta a 529m, de altura, com uma vista magnífica sobre o Palácio e sobre o estuário do rio Tejo e o mar à direita, abertura atlântica de onde partiram e onde chegaram as Caravelas de Vasco da Gama.

Regressados à Erma Floresta, Caveliros, Damas e Escudeiros (e convidados) reuniram-se ao redor da Távola Redonda e recordaram a lenda que conta como Parsifal conheceu a Cavalaria e de como ficou espantado com ela. Ao ver os escudos, armaduras reluzentes, lanças, espadas e capas ao vento só se lembrou de perguntar ao Cavaleiro que lhe apareceu na floresta: “Sois Deus?” e quando este disse que não “Sois um anjo”?

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O tempo se fez curto para tanta matéria e os Escudeiros foram conduzidos numa missão de recolha de informação ao Templo das Colunas, ali perto. Nada lhes foi dito sobre o dito Templo, a não ser que o deviam submeter a rigorosa observação e procurar dele extrair os elementos que lhes chamassem a atenção. Reunido o grupo mais uma vez em redor da Távola revelou-se que as múltiplas intuições estavam alerta. Vários tinham levado as suas máquinas fotográficas e lá recolhiam o testemunho da sua atenta observação. De facto, de todos os elementos simbólicos chave, mais de 2/3 estavam nas mãos do grupo e as reflexões que, em conjunto, tiveram a oportunidade de fazer, na sua vasta maioria se aproximaram muito de resultados excepcionais.

Daquele lugar mágico, o grupo dirigiu-se ainda mais para o fundo da floresta, abandonado o caminho fácil e pavimentado recomendado a turistas. Depois de passarem por covas e grutas onde alguns monges de S. Jerónimo (SJ) tinham o hábito de se recolher por certas temporadas, descobriram entre improváveis giestas os rastos de velhas escadarias que, entre duas estreitas e elevadas fragas, os levaram à contemplação da Palácio desde o Trono, aglomerado lítico de importância central. Foi o descanso do peregrino, antes de se voltar a embrenhar nas trevas da floresta.

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Em busca da fresca água da Serra o grupo pôde ver o modo intencional e muito sábio como as correntes aquíferas e o jogo entre minas e lagos decorativos, captavam a essência mais subtil da vida na Serra e como, pelos seus vales, tudo faziam florir e frutificar, serpenteando pelas fragas, alimentando de frescura e luz os vales profundos. Ao fundo, os cisnes brancos evocavam os Cavaleiros da Távola Redonda e os lagos onde Amfortas, o Rei Pescador, se banhava e onde curava as suas feridas.

O grupo retirou-se do Parque já muito para lá da hora prevista (os portões já estavam fechados e foi necessário pedir que a segurança viesse abrir as portas para sair do Parque!), cansado, mas feliz com a oportunidade e com a cabeça a colocar-se questões sobre a Cavalaria viva e actuante nos tempos modernos como possivelmente não se teria colocado antes.

Em nome de todos os Cavaleiros e Damas da Ordem, devemos enaltecer as qualidades demosntradas ao longo da peregrinação do dia pelos Escudeiros presentes. Boas coisas se esperam deles. As instruções irão prosseguir em Julho, com uma visita ao Convento dos Capuchos em Sintra, sob a temática da Via Monástica.

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Alguns links para conhecer a Pena:

Visita Virtual no Google

Vista 360º

Blog com boas fotos

Página oficial do Palácio

 

New Squires, Knights and Dames in the Iberian Priory

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Once again the Pentecost was the magical occasion for the reception of new members in the Iberian Priory, this time in a beautiful ceremony conducted by the Commandry of Sintra in a secluded place in the middle of the Alentejo plains.

The ceremonies took two days. In the first day the new Squires were given their last instructions before committing themselves to the Order. It spoke of service, of the role the Squire had in the old Chivalric Orders and how it translates symbolically to today.

After each of the Squires was admitted to the service of the Order, the ceremonies were halted so that the chapel could be re-arranged in order to start the Pentecost Vigil, during which two Squires that had been admitted last year became a new Knight and Dame of the Order.

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Guarding the Tower during the Pentecost Vigil

The Vigil took place, as it is traditional, throughout the course of the night. The two Squires were supplied with sacred texts and doctrinal comments for their meditation, including a section of the “Book of the Order of Chivalry” by Ramon Llull.

As morning broke, the Commandry proceeded with the arming ceremonies, which were drawn to a close early in the morning of Sunday with a light breakfast in the woods.

The Priori of Iberia wishes to congratulate the new Knight, Rui Bento, KTJ and Dame Ana Brum, DTJ. We hope they will find a meaningful pathway for their spiritual quests in this new stage of their lives. The Priory also wishes to congratulate the new Squires, hoping that they can now see Chivalry as a living force, instead of dead letters in the pages of a dusty old book.

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Part of the liturgical team (Commandry of Sintra, Prioratys Ibericus, Osmthu)