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Aula Livre – Mosteiro dos Jerónimos

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Perto do local onde o Infante D. Henrique, em meados do séc. XV, mandou edificar uma igreja sobre a invocação de Sta. Maria de Belém, quis o rei D. Manuel I construir um grande Mosteiro. Para perpetuar a memória do Infante, pela sua grande devoção a Nossa Senhora e crença em S. Jerónimo, D. Manuel I decidiu fundar em 1496, o Mosteiro de Sta. Maria de Belém, perto da cidade de Lisboa, junto ao rio Tejo. Doado aos monges da Ordem de S. Jerónimo, é hoje vulgarmente conhecido por Mosteiro dos Jerónimos.

A visita irá concentrar-se na vertente mitológica e simbólica do incontornável monumento. Iremos explorar o contexto histórico das Descobertas, bem como da época da sua construção sob a Dinastia de Avis. Iremos conhecer melhor os construtores e artífices, o programa iconográfico e, na senda de António Telmo na sua pioneira “História Secreta de Portugal”, navegar os claustros e os seus mistérios, indo até onde a conversa nos levar. Não esqueceremos Camões e Pessoa.

A visita terá lugar no dia 17 de Maio, iniciando-se pelas 14h30 e terminando 18.30h, sendo guiada por Luis de Matos (ver: universatil.wordpress.com).

As inscrições são limitadas e devem estar concluídas até dois dias antes da visita por imposições logísticas do próprio Mosteiro.

A visita tem um custo de 10€ por pessoa + entrada no monumento* (ver: mosteirojeronimos.pt)
Inscrições prévias: ihshi@mail.com

* para alunos do Curso Livre Templários e Templarismo da Universidade Lusófona, bem como membros da OSMTHU a visita é gratuita e apenas devem pagar a entrada no monumento, contudo DEVEM INSCREVER-SE de modo a garantir a participação.

Solemn Dubbing Ceremony took place under the Commandery of Sintra, Portugal

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New Knights and Dames were dubbed this past weekend in the Commandery of Sintra of the Priory of Iberia (OSMTHU) in Portugal. We wish to congratulate them all, welcoming them in a brotherhood of service, spirituality and pursuit of knowledge. Let there be known their names: Dame Anabela Melão, DTJ; Dame Ana Tavares de Mello, DTJ; Dame Susana Ferreira, DTJ; Dame Isabel Passos, DTJ; Knight Bruno Judas, KTJ; Knight Michel Rodrigues, KTJ; Knight Paulo Cristóvão, KCTJ; Knight Paulo Valente, KTJ; Knight Rui Herdadinha, Knight Vitor Barata, KTJ and Knight Vitorino Batalim, KTJ.

The Priori of Iberia and the Magisterial Council wish to congratulate the new Knights and Dames, hoping that they will find a meaningful pathway for their spiritual quest in this new stage of their lives, in the certainty that they can now see Chivalry as a living force, instead of dead letters in the pages of a dusty old book.

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The Ceremony

As the sun was setting in the distant horizon of the Roca Cape, the westernmost extent of mainland in continental Europe, the very place where land abruptly ends and the vast ocean begins, the Squires contemplated how the light of the world cyclically hides and how fragile the last few rays seem to be, distant from the mighty golden shine of noon. Soon darkness covered the land. It was time to return to the safety of the Commandery.

A light meal followed. Right after that all were called to the Chapter Room for the last instructions and examination before the Vigil. The Prior General read from some of the main traditional text  sources, exploring a few of the most basic and central themes that should be considered before undertaking the Vigil and join the Order. All Squires were examined.

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The Vigil started after the darkest hour of night. The Latin Rule of the Order of the Temple was read. Then the Apocalypse and the Gospel of Marc were read aloud in its entirety by the group of Squires, taking turns. Each was taken individually to a private room, for spiritual consolamentum.

Just before dawn, the Squires were taken to open field, near the ocean again, to testify of the return of the light. Like John, they were able to testify that the light returns in its full glory and that all the land and the creatures of the earth and sky rejoice in its presence. Soon the almighty Sun was shining in full force, casting away morning fog and every dark shadow.

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It was turn to go to the Chapel. There, the Chapter work was resumed. The ritual was performed in the strict observance of its rules and all Squires were dubbed, Knight and Dame they were dubbed. The Eucharist was celebrated by the Apostolic Prefect of the Priory and all Brothers and Sisters sat at the holy table of bread and wine, body and soul of the Lord.

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In this joyous occasion three new Commanders were sworn, with three Commanderies created. Knight Olivier de Brito, KCTJ became the Commander of Arrabida; Dame Ana Brum, DCTJ became Commander of Lisbon – Sant’Ana Hill and Knight Paulo Cristóvão, KCTJ became Commander of Lisbon- Sain Vicent Hill.

They all departed after noon, rejoining their families and their secular life, carrying in their hearts the living presence of what they had just lived.

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Note: It should be noted that Paulo Pereira Cristóvão, reported as Commander of Lisbon, hasn’t been a member of the Order since December 13, 2014. The recent criminal cahrges faced by Paulo Pereira Crisóvão pertain only to his private life and do not commit the Order or its members in any way. The Order regrets to have been misslead for his previous clean criminal record and will duly add his name, according to statutes, to the public record of those revoked from the Order.

Cerimónia Solene de Armação teve lugar na Comendadoria de Sintra, Portugal

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Novos Cavaleiros e Damas foram armados este fim de semana na Comendadoria de Sintra do Priorado Ibérico (OSMTHU), em Portugal. Damos os parabéns a todos, acolhendo-os numa fraternidade de serviço, espiritualidade e busca pelo conhecimento. Que os seus nomes sejam conhecidos: Dama Anabela Melão, DTJ; Dama Ana Tavares de Mello, DTJ; Dama Susana Ferreira, DTJ; Dama Isabel Passos, DTJ; Cavaleiro Bruno Judas, KTJ; Cavaleiro Michel Rodrigues, KTJ; Cavaleiro Paulo Cristóvão, KCTJ; Cavaleiro Paulo Valente, KTJ; Cavaleiro Rui Herdadinha, Cavaleiro Vitor Barata, KTJ e Cavaleiro Vitorino Batalim, KTJ.

O Priorado Ibérico e o Conselho Magistral dão os parabéns aos novos Cavaleiros e Damas, desejando que todos eles encontrem um caminho para a sua demanda espiritual neste novo estágio nas suas vidas, na certeza de que podem agora ver a Cavalaria como uma força viva e não letra morta nas páginas de livros cheios de pó.

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A Cerimónia

O sol já se punha no horizonte distante do Cabo da Roca, o ponto mais ocidental da Europa continental, o lugar onde a terra acaba e o mar começa, quando os Escudeiros contemplavam como a luz do mundo se esconde ciclicamente e como os seus últimos raios parecem ser frágeis, distantes que estão do fulgor do brilho do meio-dia. Depressa a escuridão cobriu a terra. Era hora de voltar à segurança da Comendadoria.

Seguiu-se uma refeição ligeira. Logo de seguida todos foram chamados à Sala do Capítulo para as últimas instruções e exame antes da Vigília. O Prior Geral leu passagens dos principais texto de fonte tradicional, explorando alguns dos temas mais básicos e centrais que devem ser considerados antes de iniciar uma Vigília e juntar-se à Ordem. Todos os Escudeiros foram examinados.

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A Vigília começou depois da hora mais negra da noite. A Regra Latina da Ordem do Templo foi lida. Depois, à vez tomando turnos, todos os Escudeiros leram em voz alta todo o Livro do Apocalipse e o Evangelho de Marcos. Cada um foi levado individualmente a uma sala provada, para consolamentum espiritual.

Pouco antes da madrugada, os Escudeiros foram levados a campo aberto, junto ao mar de novo, para testemunhar o regresso da luz. Tal como João, foram testemunhas de que a luz regressa na sua glória plena e que todas as criaturas da terra e dos céus rejubilam na sua presença. Bem depressa o sol todo poderoso brilhava na sua força imparável, afastando o nevoeiro da manhã e todas as sombras negras da noite.

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Era já tempo de recolher à Capela. Ali o trabalho de Capítulo foi retomado. O ritual foi executado na mais estrita observância da regra e todos os Escudeiros foram armados, Cavaleiros e Damas foram armados. A Eucaristia foi celebrada pelo Prefeito Apostólico do Priorado e todos os Irmãos e Irmãs se sentaram à mesa fraternal do pão e do vinho, do corpo e espírito do Senhor.

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Nesta feliz ocasião três novos Comendadores fizeram o seu juramento com a criação de três Comendadorias. O Cavaleiro Olivier de Brito, KCTJ é agora Comendador da Arrábida; a Dama Ana Brum, DCTJ é agora Comendadora de Lisboa – Colina de Sant’Ana e o Cavaleiro Paulo Cristóvão, KCTJ é agora o Comendador de Lisboa – Colina de São Vicente.

Todos partiram depois do meio dia, de volta a suas casas para junto das suas famílias e de regresso às suas vidas seculares, carregando nos seus corações a presença viva do que tinham acabado de viver.

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Nota: Deverá ser notado que Paulo Pereira Cristóvão, aqui citado como Comendador de Lisboa, não é membro da Ordem desde 13 de Dezembro de 2014. As recentes acusações criminais que enfrenta dizem respeito apenas à sua vida privada e não envolvem a Ordem ou os seus membros. A Ordem lamenta ter sido induzida em erro pelo seu Registo Criminal limpo e irá aduzir o seu nome, de acordo com os estatutos, à lista pública daqueles que foram erradicados da Ordem.

Remembering the Less Fortunate the 13 of October

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Photo: Gare do Oriente, the main transport hub of Lisbon, Portugal. Designed by Arch. Santiago Calatrava

This 13 of October, the OSMTHU in Portugal remembered the martyrdom of the Templars by helping the less fortunate.

In the last few weeks a spontaneous movement gained momentum: A Few Hours Dedicated to Your Fellow Man. With the help and involvement of members of the Order, a growing group of anonymous people and most recently local celebrities, started gathering every Monday night in Lisbon’s iconic Gare do Oriente, the well known railway station designed by renowned Architect Santiago Calatrava for the 1998 World Expo and now the main transportation hub of the capital city. The railway/bus/underground station is sought after by homeless people that choose the architectural marvel to spend their night with a roof over their heads. And they are dozens. And dozens. Of all ages and backgrounds. Since the worldwide crisis reached Portugal and the national government was forced to ask for help from the IMF, the European Bank and the European Union, unemployment has risen to unheard-of numbers and salaries plummeted to a level where some people, although they still work, can’t make their ends meet for them and their families. All sorts of welfare support and pensions were cut down, leaving the most fragile in Portugal in a situation close to the most abject poverty, stripped of their livelihood and dignity.

This last 13 of October, instead of a gala dinner event, a nice ceremony or a simple prayer, the Templars of Portugal decided to honor those fallen in France in 1307 by remembering those falling close to us who do not have the benefit to have access to a simple bed or the most basic food. This 13 of October we gave our time to help others.

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It was with a great sense of humility and compassion that the Portuguese Knights, Dames and Squires came to the Gare do Oriente, bringing food, first-need goods such as blankets, clothing, soap and hygiene products, and sat down with homeless men and women at a long table specially prepared in a local restaurant. They sat, they ate, they talked and heard firsthand the stories and misfortunes that seem to befall more and more people around them. Nobody dressed in regalia. There wasn’t even a Templar cross to be seen. Nobody tried to convert anyone else to a religion or way of thinking. They were all equals at the table and for a couple of hours the dream of a life without inequality was lived at that table.

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What better lesson could we teach our Squires that are ready to become more fully committed with the Order’s values and duties?

Well, if you want to know, join us in Lisbon next Monday. Every Monday.

Luis de Matos
Prior General, Portugal
OSMTHU

 

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Visita ao Convento dos Capuchos – Instrução de Escudeiros

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Realizou-se no dia 13 de Julho uma visita ao Convento dos Capuchos de Sintra, organizada pela Comendadoria de Sintra do Priorado Ibérico da Osmthu, com o intuito de proceder à Instrução de Escudeiros.

Esta segunda visita de Instrução versou o tema da via monástica, depois de se ter estudado o tema da via cavaleiresca através das lendas da Demanda do Santo Graal, há poucas semanas em visita ao Palácio da Pena e seus jardins. Completa-se assim a abordagem aos dois pilares fundamentais da Cavalaria Templária, ao mesmo tempo militar e monástica, numa contradição aparente apenas resolvida pela prática estrita da Regra.

O grupo, composto de Cavaleiros, Damas, Escudeiros e Escudeiras bem como de alguns familiares, foi convidado a explorar o Convento dos Capuchos de forma autónoma, sem mais explicações para além das fornecidas pelos elementos escritos dados a qualquer turista pelos Parques de Sintra ao adquirir uma entrada. Contudo foi-lhes dito que observassem com atenção cada detalhes e que questionassem tudo o que vissem, abrindo o coração às impressões intuitivas de modo a poder trazer dados relevantes quando todos se juntassem no pátio de entrada pouco depois.

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E assim partiu cada um por si, em demanda. A maioria não conhecia o Convento ou a sua história. O Convento dos Capuchos em Sintra fazia parte da Província da Arrábida dos Capuchinhos Franciscanos, mas era um lugar especialmente humilde e inóspito, mesmo para os padrões franciscanos. Estende-se ao longo de uma colina da Serra de Sintra, pejada de largos rochedos, que as construções contornam e assimilam como parte integrante do seu corpo. A penha imensa que constitui o tecto da capela, ao mesmo tempo que é o soalho de suporte das celas e parede do refeitório, antes de mergulhar misteriosamente no chão telúrico do lugar, impressiona e está de tal modo organicamente integrada na construção que, aos poucos, se vai tornando quase invisível ao olhar do visitante. A pobreza é absoluta e não existem decorações sumptuosas ou obras de arte de relevo. Mais depressa faz lembrar uma casa de aldeia antiga ou um mosteiro nos confins do Tibete do que uma casa de religiosos cristãos, não fosse pela altura insignificante das portas das celas, a exigir uma vénia para se transporem e pelo seu tamanho exíguo e impraticável como lugar de descanso.

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Cada um destes pormenores não deixou de chamar a atenção aos Escudeiros, que os reportaram, um após o outro quando se reuniram no átrio de novo, após a primeira volta de reconhecimento. Numa segunda volta foram então abordados vários aspectos relacionados com a via monástica e conventual, procurando sempre entender de que modo se enquadravam no caso particular dos Templários, na sua época. Mergulhando num meio somente conventual, pode o grupo perceber essa vertente sem mais distracções e, depois, recordando a experiência da instrução anterior, compreender como um Cavaleiro pode ser humilde, mesmo numa cela com varanda e vista sobre o mar e senhor numa cela exígua e humilde com a dos Capuchos, numa feliz expressão de um dos Escudeiros. A história do lugar foi  depois contada, sem esquecer as suas associações a várias figuras ilustres (e notáveis de todos os pontos de vista), que incluem D. João de Castro, Vice-rei da Índia e Cavaleiro da Ordem de Cristo; D. Sebastião e o Cardeal (depois Rei) D. Henrique, bem como o incontornável Frei Honório.

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O dia terminou com uma reflexão conjunta e um período de perguntas e respostas no claustro conventual. Tinham passado quatro horas desde a entrada, voando que nem uma ave. Não se deu pelo tempo passar. Foi então que um dos Escudeiros do Alentejo mostrou que se tinha preparado para a viagem, tão longe da sua terra, exibindo pão e um belo salpicão que fizeram as delícias de todos, numa improvisada refeição fraternal de encerramento, de regresso ao pátio dos Capuchos de Sintra.

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Fotos:

Com logo “Templar Globe”, por: Susana Ferreira

Outras: Internet e Parques de Sintra

Visita ao Convento dos Capuchos em Sintra – Instrução de Escudeiros 2014

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Terá lugar no próximo Domingo, 13 de Julho de 2014, a segunda Visita/Instrução deste ano para formação de Escudeiros, desta vez ao Convento dos Capuchos em Sintra. O tema a abordar será a Via Monástica e a Via Sacerdotal.

Será mais uma tarde de aprendizagem e agradável convívio fraternal, já que a visita é fechada apenas aos membros da Ordem, seus familiares e amigos. O Priorado Ibérico da Osmthu mais uma vez aproveita a vantagem excepcional de ter uma Comenda sobranceira à Vila de Sintra (Património da Humanidade), domínios de grande tradição histórica, artística e espiritual para marcar a forma única e diferenciada que tem de viver o espírito de Cavalaria nos tempos modernos. Com qualidade, com intensidade e com sensibilidade.

Assim Deus ajude.

Visit to the Parque da Pena – Instruction for Squires

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A visit to the Palace of Pena in Sintra and it’s Forest Park, took place June 22nd, organized by the Commandery of Sintra of the Iberian Priory Osmthu, in order to perform an Instruction of Novices.

The theme of the day was the Quest of the Holy Grail. The location could not have been more appropriate. In fact, upon seeing Pena Palace, Richard Strauss said: “Today is the happiest day of my life. I have been to Italy, Sicily, Greece and Egypt, but I’ve never seen anything like the Pena. It’s the most beautiful thing I have ever seen. This is the true Garden of Klingsor and up there is the Castle of the Holy Grail.”

The rain threatened to ruin the day, but the sun opened the cloudy sky just in time for the visit. For about two hours the large group recalled the legend of Parzival in Wolfram von Eschenbach’s version. The central symbolic elements of the Quest were highlighted, and, from the vantage point of the Palace, the Squires had no difficulty in identifying some of them in the surrounding forest park beneath, where King D. Ferdinand II, creator of the romantic fantasy that is the Pena Palace and its gardens, had them placed. The restoration works to which the building is being subjected, prevented some architectural elements to be analyzed, but the visit to the Chapel of Our Lady of Pena and particularly the study of its stained glass windows and altar had its rewards.

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After visiting the Palace inside and out, it was then time to start exploring the gardens. The group was led hiking to the highest point of the Sintra mountain, Cruz Alta, 529m in height, featuring a magnificent view of the Palace and the estuary of the Tagus river and the sea to the right, the Atlantic opening from where the Caravels of Vasco da Gama departed and later arrived after having reached India by sea, going around Africa, a historical event of transcendent importance for the Order of Christ.

Returning to the Forest, Knights, Dames, and Squires (and guests) gathered around the Round Table and recalled the legend which tells how Parsifal has himself become aware of chivalry and how he was amazed. Seeing shining armor, spears, swords and capes waving with the wind, he could only to ask the Knight he saw in the forest: “Are you God?” and when he said no, counter: “You are an angel, then”?

Visto o Palácio em si, por dentro e por fora, foi então ocasião de iniciar a exploração dos jardins. O grupo foi em caminhada conduzido ao ponto mais alto da Serra de Sintra, a Cruz Alta a 529m, de altura, com uma vista magnífica sobre o Palácio e sobre o estuário do rio Tejo e o mar à direita, abertura atlântica de onde partiram e onde chegaram as Caravelas de Vasco da Gama.

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The clock was moving ant the time becoming short for the many things that had to be taught. So the Squires were conducted on a mission to collect information to the Temple of Columns, nearby. Nothing was said about the place beforehand, except that they should undergo rigorous observation and take note of the elements that called their attention. The group gathered again around the Table later and it was revealed that their intuition was indeed alert. Several of them had brought their cameras, with which they gathered the testimony of their observation. In fact, more than two thirds of the key symbolic elements had been identified, and after considering their signifficance, the vast majority of Squires came up with very exceptional results in their explanations.

After leaving that magical place, the group went further into the forest, abandoning the easy paved road recommended for tourists. After passing by caves where ancient monks of St. Jerome (SJ) had the habit to use to meditate for long periods, found the remains of the tracks in the woods and very old staircases, through narrow ways, and then, between two high cliffs, were led to the contemplation of the Palace as seen from the Throne, a lithic cluster of central importance in the whole Pena forest park. The pilgrims rested. But for a short while only. Then they went back to the dark forest.

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In search of fresh water, springing from the Sierra, the group could see how the aquifers and streams were build up, how the mines and ornamental lakes match, catching the most subtle essence of life in the Sierra and its valleys, making everything bloom and fruit, as the water snakes around the cliffs, feeding freshness and light to the deep valleys long its way. In the background, the cry of the white swans evoked the Knights of the Round Table and the lakes where Amfortas, the Fisher King, used to bathe and heal his wounds.

The group withdrew from the Park well beyond the scheduled time (the gates were already closed and it was necessary to ask for security to come and open the door for the group to leave the park!). Tired but happy and thankful for the opportunity, with the mind racing with new questions and thoughs, the group returned home.

On behalf of all the Knights and Dames of the Order, we congratulate the Squires for the qualities shown along this day of pilgrimage. Good things are expected of them. The instructions will continue in July with a visit to the Capuchin Convent in Sintra, under the theme of the Monastic Way.

Em busca da fresca água da Serra o grupo pôde ver o modo intencional e muito sábio como as correntes aquíferas e o jogo entre minas e lagos decorativos, captavam a essência mais subtil da vida na Serra e como, pelos seus vales, tudo faziam florir e frutificar, serpenteando pelas fragas, alimentando de frescura e luz os vales profundos. Ao fundo, os cisnes brancos evocavam os Cavaleiros da Távola Redonda e os lagos onde Amfortas, o Rei Pescador, se banhava e onde curava as suas feridas.

O grupo retirou-se do Parque já muito para lá da hora prevista (os portões já estavam fechados e foi necessário pedir que a segurança viesse abrir as portas para sair do Parque!), cansado, mas feliz com a oportunidade e com a cabeça a colocar-se questões sobre a Cavalaria viva e actuante nos tempos modernos como possivelmente não se teria colocado antes.

Em nome de todos os Cavaleiros e Damas da Ordem, devemos enaltecer as qualidades demosntradas ao longo da peregrinação do dia pelos Escudeiros presentes. Boas coisas se esperam deles. As instruções irão prosseguir em Julho, com uma visita ao Convento dos Capuchos em Sintra, sob a temática da Via Monástica.

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Alguns links para conhecer a Pena:

Virtual Visit in Google

Views 360º

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